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Patrimônio em discussão: desafios para o século XXI, por Giulia Crippa

“Ao lado das discussões sobre preservação do patrimônio, na virada para o século XXI, observa-se como o papel por ele desempenhado se torna cada vez mais central em relação ao turismo, cuja indústria impulsionou o desenvolvimento de patrimonialização de cada vez mais lugares e objetos por parte das instituições”, pondera a pesquisadora Profa. Dra. Giulia Crippa, da Università di Bologna.

As faces da memória, reveladas pelo patrimônio histórico cultural, por Luzia Sigoli

“Um outro aspecto a se considerar é que se o patrimônio histórico e cultural pode ser pensando como tudo e qualquer artefato e ou expressões, manifestações que deve ser preservado e lembrado, significa que as razões que nos levam a manter viva as lembranças nem sempre estão associadas ao sentimento de saudades.”, indica a pesquisadora Prof. Dra. Luzia Sigoli Fernandes Costa da Universidade Federal de São Carlos.

Patrimônio Cultural sem Fronteiras: desafios e oportunidades para a ampliação do conhecimento e da preservação, por Priscilla Queiroz

“O Projeto Quilombo Mulatos, sob minha coordenação, buscou registrar as memórias da comunidade da Serra do Boca, no Ceará, para construir um acervo sobre a cultura quilombola na Região do Cariri (…), utilizando a História Oral como metodologia para promover uma formação acadêmica interdisciplinar e engajada na valorização da memória social e do patrimônio cultural”, destaca a pesquisadora Prof. Dra. Priscilla Régis Cunha de Queiroz da Universidade Federal do Cariri.

A Arquitetura da Informação no cenário da transformação digital e da inovação, por Januário Nhacuongue

“A Arquitetura da Informação é uma disciplina de design de interação, focada em tornar a informação localizável, compreensível e utilizável. O design de interação consiste em colocar a usabilidade no centro de desenvolvimento de produtos e serviços que sejam fáceis (em termos da capacidade de aprendizado do usuário), agradáveis (em termos da experiência do usuário) e eficazes (em termos da facilidade de uso ou operação).” explica o pesquisador Prof. Dr. Januário Albino Nhacuongue, da Universidade Federal de São Carlos.

Relatos de uma experiência vivida à frente da Biblioteca Pública e Arquivo Histórico Nacional do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa na Guiné-Bissau, por Iaguba Djaló

“Em 1998, a Guiné-Bissau foi sacudida por uma sangrenta guerra que devastou o país e atingiu de forma demolidora o complexo que abriga o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP) e suas dependências (…) que reduziu aos escombros as coleções e os acervos documentais das duas instituições que concentram o essencial do patrimônio histórico-documental da Guiné-Bissau.” recorda o Prof. Iaguba Djaló, Ex-Diretor da Biblioteca Pública e Arquivo Histórico Nacional da Guiné-Bissau.

Eventos climáticos extremos ameaçam equipamentos culturais no Rio Grande do Sul. Qual é o futuro possível?, por Lucas George Wendt, Doris Couto e Jeniffer Cuty

“Os eventos climáticos extremos causados pela contribuição da ação humana ao aquecimento global têm se tornado uma ameaça crescente aos equipamentos culturais no Rio Grande do Sul. No rol dessas instituições, estão os museus, as bibliotecas, os arquivos e as casas de cultura que abrigam importantes acervos e documentos com diferentes valores, de relevância ímpar para as comunidades que os geraram”, apresentam os pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A vida cotidiana nas pesquisas da universidade: ações do Laboratório de Estudos do Discurso e do Corpo, por Nilton Milanez

“[…] o corpo não é mais aquele corpo da biologia, mas um corpo simbólico, enfrentando poderes que buscam dominar nossos desejos e, ao mesmo tempo, se reinventando e vivendo diferentemente do que se esperam algumas instituições. E, aqui, chegamos ao objeto principal dos estudos do discurso sobre o corpo: as sexualidades”, explica o pesquisador Prof. Dr. Nilton Milanez, da Universidade do Estado da Bahia.

Relato de uma professora, pesquisadora e mãe aos 40 anos: Um apelo pelo direito de ser cientista e mãe!, por Fabiane Silva

“É possível ser cientista e mãe. (…) Quero uma ciência alegre e afetiva, mas também quero cuidar do meu filho com toda a dedicação e amor que ele merece e precisa, porque eu amo o meu filho com cada pedacinho de mim, AO INFINITO E ALÉM…” relata a pesquisadora Profa. Dra. Fabiane Silva, do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências da Universidade Federal do Pampa.

Desafios da oferta do Curso de Biblioteconomia na modalidade EaD na Amazônia Ocidental, por Tatiana Fernandes

“[…] a oferta Curso de Biblioteconomia na modalidade EaD, embora desafiadora, tem contribuído para uma democratização mais célere do ensino superior em localidades distantes e isoladas e continuará contribuindo, no futuro, para a mudança e melhoria de vida nestes locais com a presença do profissional bibliotecário, que será um importante ator no desenvolvimento da Educação Básica assim como em outras frentes”, propõe a pesquisadora Prof. Dra. Tatiana Fernandes, da Universidade Federal do Amazonas.

A Biblioteconomia pode ser resistência: informação social e comunidade, por Patricia Mallmann

“A Biblioteconomia Social é um movimento que emerge em diversos países, com foco justamente na mediação de informação para o povo, e que chama a Biblioteconomia a se posicionar politicamente e a descolonizar suas práticas, não somente buscando incluir socialmente os usuários de informação, mas contribuindo para a autonomia dos sujeitos informacionais” expõe a pesquisadora Profa. Dra. Patricia Mallmann, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Literatura infantil interativa: apresentação do TecTeca, por Cassia Furtado

“O fosso geracional nunca foi tão latente, precisamos introjetar os novos paradigmas. Não podemos trabalhar com as crianças da Geração Alpha como trabalhamos com as gerações passadas, em especial quando desejamos formar leitores. Agora, temos a possibilidade de oferecer a literatura infantil em formatos diversos e permeados por ferramentas nunca imaginadas, o trabalho de Natalia Kucirkova (2023) é um exemplo.” propõe a pesquisadora Profa. Dra. Cassia Furtado, da Universidade Federal do Maranhão.

Os incômodos acadêmicos e a busca pelas diversas completudes que direcionam um grupo de pesquisa, por Ana Paula Meneses Alves

“O dia a dia da academia é marcado por tantas preocupações, tantas tarefas, tantos por fazer, que dormimos e acordamos com as nossas questões acadêmicas acomodadas nos nossos ombros: muitas vezes, só um peso a resolver; mas em muitas outras, a figura do desenho infantil, de um anjo e de um demônio, representaria bem, a culpa e a glória da jornada dos pesos acadêmicos”, comenta a pesquisadora Profa. Dra. Ana Paula Meneses Alves, da Universidade Federal de Minas Gerais.

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