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Indígenas e ditadura militar: crimes e corrupção no Serviço de Proteção aos Índios (SPI) e na Funai, por Rodrigo Lins Barbosa

“Os principais resultados dessa pesquisa foram a exposição das denúncias contidas principalmente no Relatório Figueiredo, como desvios do patrimônio indígena, vendas ilícitas de gado, madeira e extrações de minérios, arrendamentos ilegais de terras e violência contra indígenas. Além disso, eram comuns os espancamentos, as prisões, o trabalho escravo, os massacres e os assassinatos”, pontua o Prof. Dr. Rodrigo Lins Barbosa, da Rede Estadual de Ensino de Pernambuco.

A disciplina de “Biblioteca Escolar” nos currículos dos cursos de  Biblioteconomia, por Orestes Trevisol

“O cenário é preocupante, pois apenas dois cursos apresentam disciplinas específicas e obrigatórias sobre Biblioteca Escolar (FURG e UESPI), enquanto dois cursos oferecem disciplinas obrigatórias de caráter misto, nas quais a temática da Biblioteca Escolar divide espaço com bibliotecas públicas ou centros culturais (UEL e UFMA).”, comenta e discute o bibliotecário e pesquisador Me. Orestres Trevisol da Universidade Federal de Santa Catarina.

Estudantes de Biblioteconomia da UNIR produzem livro com experiências acadêmicas, por Andréa Doyle e Talita Silveira

“Compreender os processos informacionais é compreender também as dinâmicas sociais do país. A luta pela informação na arte independente, nas instituições culturais, nas políticas públicas, nos catálogos, nos grupos de pesquisa, na comunicação científica e nas redes sociais é, no fundo, uma luta por visibilidade, equidade, pertencimento e justiça social.” apresentam a pesquisadora Profa. Dra. Andréa Doyle e a acadêmica Talita Silveira, da Universidade Federal de Rondônia.

Biblioteca Humana: vozes como fontes de informação, por Ilaydiany Oliveira da Silva e Luciana de Albuquerque Moreira

“(…) a obra não é apenas um produto acadêmico, mas uma resposta concreta a uma demanda institucional de prestação de serviço à sociedade. Nasce do diálogo entre a universidade e a biblioteca pública, materializando-se como um manual que une teoria e prática, pesquisa e experiência, ensino e compromisso social”, recordam as docentes Dra. Ilaydiany Oliveira e Dra. Luciana Moreira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

A História do livro : marcos e transformações, por Ana Lúcia Merege

““A História do livro” reúne os 38 textos que publiquei sobre o assunto durante a pandemia de COVID-19, como parte das minhas atribuições na Fundação Biblioteca Nacional. A escolha do tema, o processo de escrita e o formato adotado para a obra refletem não apenas minha trajetória profissional, mas também alguns dos interesses que me acompanham desde a adolescência”, recorda a bibliotecária Ana Merege, da Biblioteca Nacional

Panorama introdutório dos estudos métricos da informação: conceitos, práticas e reflexões, por Ilaydiany Oliveira da Silva

“O e-book intitulado “Panorama introdutório dos estudos métricos da informação: conceitos, práticas e reflexões” apresenta-se como uma contribuição relevante para a área de Ciência da Informação e para outros campos interessados em compreender as métricas aplicadas à produção e circulação da informação científica e tecnológica”, comenta a Profa. Dra. Ilaydiany Oliveira da Silva, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

As possibilidades de ações pedagógicas na biblioteca escolar, por Célia Reis Sales e Jussara Santos Pimenta

“Tradicionalmente vinculada à função pedagógica auxiliar, a BE tem sido subestimada em seu potencial formativo, uma vez que a biblioteca é um espaço de reinvenção do cotidiano educativo.” indicam a pesquisadoras Dr. Célia Reis Sales e Profa. Dra. Jussara Santos Pimenta, do Grupo de Estudos Interdisciplinares em Educação, História e Memória (MNEMOS) da Universidade Federal de Rondônia.

Biblioteca na Escola e a Lei no 12.244/2010: mapeamento da produção científica e acadêmica, por Maria Lourdes Blatt Ohira

“Dentre a produção científica analisada, destacamos duas ações realizadas pelo CFB, que foram inspiradas nas pesquisas analisadas no livro que são: a Campanha #SouBibliotecaEscolar (…) e a Resolução CFB Nº 220/2020, uma contribuição do Grupo de Pesquisa liderado pela professora Bernadete Campello da UFMG ao definir os parâmetros para organização e funcionamento das Bibliotecas Escolares.” recorda a pesquisadora Profa. Ms. Maria Lourdes Blatt Ohira.

Bibliotecas Escolares no Rio Grande do Norte: do diagnóstico para os caminhos da mudança, por Gabrielle Tanus

“A atualização da lei da universalização das bibliotecas escolares pela Lei Federal nº 14.837/2024 reforça, novamente, a obrigatoriedade desse equipamento nas escolas sejam públicas ou privadas. O respeito à profissão de bibliotecário é algo que precisa ser cumprido em todo território brasileiro, que conclama inclusive a valorização da profissão. “pondera a pesquisadora Profa. Dra. Gabrielle Tanus, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Paradoxos do esquecimento: uma coletânea que tensiona as memórias do golpe de 1964, por Icléia Thiesen e Fabrício Silveira

“A ideia foi revisitar o golpe de 1964 às vésperas dos 60 anos de instauração do regime militar, bem como analisar seus impactos na história do país, marcando, ainda, a celebração dos 10 anos de publicação do Relatório da Comissão Nacional da Verdade (2014).” propõem os pesquisadores Profa. Dra. Icléia Thiesen da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Prof. Fabrício Silveira da Universidade Federal de Minas Gerais.

A produção científica brasileira sobre a temática LGBTQIAPN+ na Arquivologia, por Eliezer Lopes e Evelin Mintegui

“Nas discussões contemporâneas, cada vez mais se analisam os espaços dos Arquivos de forma integrada, derivando daí a compreensão de que as práticas humanas com os documentos arquivísticos são frutos históricos de disputas de poder, muitas vezes servindo a interesses pré-estabelecidos e podendo direcionar o que lembrar e o que esquecer.”, recordam os pesquisadores Me. Eliezer Mendes Lopes e Profa. Dr. Evelin Melo Mintegui, da Universidade Federal do Rio Grande.

Quantas editoras publicam com exclusividade livros com temas LGBTQIAPN+ no Brasil?, por Alex Francisco

“Em “Páginas Coloridas”, apresento um panorama com 18 editoras (sendo 4 delas selos editoriais) para refletir sobre como, a partir da mídia impressa, as questões do movimento, em consonância com as contribuições dos grupos sócio-acêntricos, têm construído debates pela diversidade sexual e de gênero e o desenvolvimento intercultural”, propõe e analisa o pesquisador Prof. Me. Alex Francisco, da Universidade Guarulhos e membro da Academia Guarulhense de Letras.

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