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Além da Técnica: Ciência da Informação e Tecnologia como motores da mudança social, por Delfina Lázaro Mateus

“Tomando como exemplo a situação das mulheres em Moçambique, frequentemente entre os grupos mais vulneráveis, a abordagem prática e social da CI torna-se essencial para superar barreiras como a pobreza extrema e normas de gênero tradicionais que limitam a participação comunitária, educacional e profissional das mulheres”, apresenta a Profa. Dra. Delfina Lázaro Mateus, da Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique e especialista em Gestão da Documentação e Informação do Hospital Central de Maputo.

Ignorância, conhecimento científico e ciência aberta, por Paula Carina de Araújo

“Entre as as dimensões e práticas de ciência aberta estão o acesso aberto, os dados abertos, os preprints, as licenças de direito de autor abertas, a gestão de dados científicos de pesquisa, a revisão por pares aberta, as métricas alternativas, a educação aberta, a inovação aberta, a ciência cidadã, a divulgação científica, entre outras”, indica a pesquisadora Profa. Dra. Paula Carina de Araújo, da Universidade Federal do Paraná.

Pessoas e encontros na Ciência da Informação, por Isa Maria Freire

“Continuo fazendo pesquisa e compartilhando os resultados, por achar que nossa área é necessária à organização e comunicação da informação, agora em rede. Sou grata à vida por cada um desses companheiros de viagem, cada um dos eventos em que estive presente, e aguardo a chegada de novos colaboradores, vindos de todas as áreas com as quais a Ciência da Informação dialoga.” afirma a pesquisadora Profa. Dra. Isa Maria Freire, da Universidade Federal da Paraíba.

Identidade e perspectivas em uma Ciência da Informação negra, por Gláucia Vaz

“Prefiro ser “outra mulher”, a mulher capaz de se conceituar buscando suas raízes não ocidentais e longe de definições dadas por seus maiores algozes. Por isso hoje me sinto mais à vontade em me apresentar como pessoa, como sujeito em movimento, que tem buscado uma nova construção de mulher.” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Gláucia Aparecida Vaz, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Gênero como tema de pesquisa em Ciência da Informação: reflexões sobre uma caminhada, por Gilda Olinto

“Observa-se atualmente, na área da informação, tanto a diversificação das questões abordadas quanto o incremento do número de estudos sobre gênero. Isso se refletiu na recente criação do Grupo de Trabalho 12 da Encontro Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Ciência da Informação, cujo tema é ‘Informação, Estudos Etnico-Raciais, Gênero e Diversidades’”, pontua a pesquisadora Gilda Olinto de Oliveira, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

As Histórias em Quadrinhos na Ciência da Informação, por Rubem Borges Teixeira Ramos

“Não se quer aqui defender as HQs como a solução mágica de todos os problemas relativos à leitura ou mesmo a apropriação da informação advinda desta por parte do leitor. Mas se pretende, com base no reconhecimento do que são as HQs e do seu potencial já evidenciado junto aos leitores, promover o estímulo ao seu uso consciente também em bibliotecas […]” argumenta o Prof. Dr. Rubem Ramos, da Universidade Federal de Goiás.

Do mar Caribe à beira do Madeira: contribuição afro-antilhana na constituição do Estado de Rondônia e município de Porto Velho, por Cledenice Blackman

“Na linha das pesquisas que tenho desenvolvido a mais de dezoito 18 anos e consegui cartografar uma média de 96 imigrantes entre mulheres, homens, crianças, descendência advindas das diversas ilhas caribenhas inglesas, desmistificando suas nacionalidades / identidades […]”, aponta a Profa. Dra. Cledenice Blackman, da Universidade Federal de Rondônia.

Reflexões sobre violência contra as mulheres negras e o conceito de interseccionalidade, por Gisele Rocha Côrtes

“Mediante os apontamentos apresentados, de forma inicial, e tendo em vista os limites desta comunicação, espera-se pensar sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres, em especial as negras, por meio de uma epistemologia, de resistência, produzida sob a ótica das mulheres negras como central para as próprias agentes e que possibilitem confrontar as práticas dominantes de conhecimento”, pontua a Profa. Dra. Gisele Côrtes, da Universidade Federal da Paraíba.

Reflexões sobre bibliotecas e mediação cultural da informação no enfrentamento à violência contra as mulheres, por Luciane de Fátima Beckman Cavalcante

“[…] a biblioteca sob o escopo de sua função social, pode atuar como promotora do enfrentamento a tal violência, de forma a contribuir ainda com o cumprimento do 5° objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS), referente à igualdade de gêneros previsto na Agenda 2030.”, indica a Profa. Dra. Luciane Cavalcante, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Informação sobre saúde e a epidemia de AIDS: Reflexões sobre o documentário “Carta para além dos muros”, por Djuli Machado de Lucca, Camila Letícia Melo Furtado e Priscila Maria Ferreira Guarate

As pesquisadoras, Djuli de Lucca, Camila Furtado e Priscila Guarate, do Grupo de Pesquisa Competência em Informação e Mediação (GCInMe), da Universidade Federal de Rondônia, trazem uma discussão sobre o documentário “Carta para além dos muros”, uma produção brasileira lançada em 2019 sob a direção de André Canto e produção de André Canto e Rodrigo Ferrante.

Comunidades de saberes e Ciência informação: breves apontamentos, por Marcio Ferreira

“Pensar a questão do racismo é deslocar atenção à compreensão de problemas sobre padrões coloniais presentes e forjados sob o prisma capitalista de modelagem de formas de poder sobre o corpo, mentes e conhecimento produzido por pessoas negras e povos tradicionais como das comunidades quilombolas e povos originários.” argumenta o Prof. Dr. Marcio Ferreira, da Universidade Federal do Maranhão.

Do incômodo nasceu o caminho: do ensino bibliotecário às epistemologias negro-africanas em Biblioteconomia e Ciência da Informação, por Franciéle Garcês

“Esse incômodo me acompanhou durante a vida inteira enquanto mulher negra nascida no Rio Grande do Sul e no Brasil, ambos, estado e país, forjados no insidioso racismo estruturante e estruturador das vidas, relações sociais e experiências de sujeitos negros”, expõe a pesquisadora Dra. Franciéle Carneiro Garcês da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

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