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A Arquitetura da Informação no cenário da transformação digital e da inovação, por Januário Nhacuongue

“A Arquitetura da Informação é uma disciplina de design de interação, focada em tornar a informação localizável, compreensível e utilizável. O design de interação consiste em colocar a usabilidade no centro de desenvolvimento de produtos e serviços que sejam fáceis (em termos da capacidade de aprendizado do usuário), agradáveis (em termos da experiência do usuário) e eficazes (em termos da facilidade de uso ou operação).” explica o pesquisador Prof. Dr. Januário Albino Nhacuongue, da Universidade Federal de São Carlos.

Relatos de uma experiência vivida à frente da Biblioteca Pública e Arquivo Histórico Nacional do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa na Guiné-Bissau, por Iaguba Djaló

“Em 1998, a Guiné-Bissau foi sacudida por uma sangrenta guerra que devastou o país e atingiu de forma demolidora o complexo que abriga o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP) e suas dependências (…) que reduziu aos escombros as coleções e os acervos documentais das duas instituições que concentram o essencial do patrimônio histórico-documental da Guiné-Bissau.” recorda o Prof. Iaguba Djaló, Ex-Diretor da Biblioteca Pública e Arquivo Histórico Nacional da Guiné-Bissau.

Eventos climáticos extremos ameaçam equipamentos culturais no Rio Grande do Sul. Qual é o futuro possível?, por Lucas George Wendt, Doris Couto e Jeniffer Cuty

“Os eventos climáticos extremos causados pela contribuição da ação humana ao aquecimento global têm se tornado uma ameaça crescente aos equipamentos culturais no Rio Grande do Sul. No rol dessas instituições, estão os museus, as bibliotecas, os arquivos e as casas de cultura que abrigam importantes acervos e documentos com diferentes valores, de relevância ímpar para as comunidades que os geraram”, apresentam os pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A vida cotidiana nas pesquisas da universidade: ações do Laboratório de Estudos do Discurso e do Corpo, por Nilton Milanez

“[…] o corpo não é mais aquele corpo da biologia, mas um corpo simbólico, enfrentando poderes que buscam dominar nossos desejos e, ao mesmo tempo, se reinventando e vivendo diferentemente do que se esperam algumas instituições. E, aqui, chegamos ao objeto principal dos estudos do discurso sobre o corpo: as sexualidades”, explica o pesquisador Prof. Dr. Nilton Milanez, da Universidade do Estado da Bahia.

Relato de uma professora, pesquisadora e mãe aos 40 anos: Um apelo pelo direito de ser cientista e mãe!, por Fabiane Silva

“É possível ser cientista e mãe. (…) Quero uma ciência alegre e afetiva, mas também quero cuidar do meu filho com toda a dedicação e amor que ele merece e precisa, porque eu amo o meu filho com cada pedacinho de mim, AO INFINITO E ALÉM…” relata a pesquisadora Profa. Dra. Fabiane Silva, do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências da Universidade Federal do Pampa.

Desafios da oferta do Curso de Biblioteconomia na modalidade EaD na Amazônia Ocidental, por Tatiana Fernandes

“[…] a oferta Curso de Biblioteconomia na modalidade EaD, embora desafiadora, tem contribuído para uma democratização mais célere do ensino superior em localidades distantes e isoladas e continuará contribuindo, no futuro, para a mudança e melhoria de vida nestes locais com a presença do profissional bibliotecário, que será um importante ator no desenvolvimento da Educação Básica assim como em outras frentes”, propõe a pesquisadora Prof. Dra. Tatiana Fernandes, da Universidade Federal do Amazonas.

A Biblioteconomia pode ser resistência: informação social e comunidade, por Patricia Mallmann

“A Biblioteconomia Social é um movimento que emerge em diversos países, com foco justamente na mediação de informação para o povo, e que chama a Biblioteconomia a se posicionar politicamente e a descolonizar suas práticas, não somente buscando incluir socialmente os usuários de informação, mas contribuindo para a autonomia dos sujeitos informacionais” expõe a pesquisadora Profa. Dra. Patricia Mallmann, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Literatura infantil interativa: apresentação do TecTeca, por Cassia Furtado

“O fosso geracional nunca foi tão latente, precisamos introjetar os novos paradigmas. Não podemos trabalhar com as crianças da Geração Alpha como trabalhamos com as gerações passadas, em especial quando desejamos formar leitores. Agora, temos a possibilidade de oferecer a literatura infantil em formatos diversos e permeados por ferramentas nunca imaginadas, o trabalho de Natalia Kucirkova (2023) é um exemplo.” propõe a pesquisadora Profa. Dra. Cassia Furtado, da Universidade Federal do Maranhão.

Os incômodos acadêmicos e a busca pelas diversas completudes que direcionam um grupo de pesquisa, por Ana Paula Meneses Alves

“O dia a dia da academia é marcado por tantas preocupações, tantas tarefas, tantos por fazer, que dormimos e acordamos com as nossas questões acadêmicas acomodadas nos nossos ombros: muitas vezes, só um peso a resolver; mas em muitas outras, a figura do desenho infantil, de um anjo e de um demônio, representaria bem, a culpa e a glória da jornada dos pesos acadêmicos”, comenta a pesquisadora Profa. Dra. Ana Paula Meneses Alves, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Além da Técnica: Ciência da Informação e Tecnologia como motores da mudança social, por Delfina Lázaro Mateus

“Tomando como exemplo a situação das mulheres em Moçambique, frequentemente entre os grupos mais vulneráveis, a abordagem prática e social da CI torna-se essencial para superar barreiras como a pobreza extrema e normas de gênero tradicionais que limitam a participação comunitária, educacional e profissional das mulheres”, apresenta a Profa. Dra. Delfina Lázaro Mateus, da Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique e especialista em Gestão da Documentação e Informação do Hospital Central de Maputo.

Ignorância, conhecimento científico e ciência aberta, por Paula Carina de Araújo

“Entre as as dimensões e práticas de ciência aberta estão o acesso aberto, os dados abertos, os preprints, as licenças de direito de autor abertas, a gestão de dados científicos de pesquisa, a revisão por pares aberta, as métricas alternativas, a educação aberta, a inovação aberta, a ciência cidadã, a divulgação científica, entre outras”, indica a pesquisadora Profa. Dra. Paula Carina de Araújo, da Universidade Federal do Paraná.

Pessoas e encontros na Ciência da Informação, por Isa Maria Freire

“Continuo fazendo pesquisa e compartilhando os resultados, por achar que nossa área é necessária à organização e comunicação da informação, agora em rede. Sou grata à vida por cada um desses companheiros de viagem, cada um dos eventos em que estive presente, e aguardo a chegada de novos colaboradores, vindos de todas as áreas com as quais a Ciência da Informação dialoga.” afirma a pesquisadora Profa. Dra. Isa Maria Freire, da Universidade Federal da Paraíba.

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