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CAPA

Editorial: Emir Suaiden – Os novos desafios dos profissionais da informação
Entrevistas: Andreina Alves de Sousa Virginio, César dos Santos Moreira, Marcus Rei e Myllena Diniz
Perspectivas: Gildenir Carolino Santos, Gabriela Pedrão, Paola Nascimento, Rafael Antonio da Silva e Murilo Bastos da Cunha
Outras divulgações: Andréa Doyle e Talita Silveira – Estudantes de Biblioteconomia da UNIR produzem livro com experiências acadêmicas
Orestes Trevisol Neto – A disciplina de “Biblioteca Escolar” nos currículos dos cursos de Biblioteconomia
Na foto: Campus-Sede da Universidade de Caxias do Sul.
Fotografia: João Paulo Borges da Silveira.

Editorial: Os novos desafios dos profissionais da informação, por Emir Suaiden

“No século passado, o final da sociedade pós-industrial e o advento da sociedade da informação, aliados à revolução tecnológica, acabaram trazendo uma responsabilidade social para todas as áreas da Ciência da Informação, em especial para a Biblioteconomia.” destaca o Prof. Dr. Emir Suaiden, professor aposentado da Universidade de Brasília e pesquisador colaborador da Coordenação de Ensino e Pesquisa do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Bibliotecas episódicas e mandacarus: a luta pelo enraizamento das bibliotecas – Entrevista com Andreina Virginio

Confira nossa entrevista com a pesquisadora e bibliotecária Andreina Alves de Sousa Virginio, doutora em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo. Andreina atua na Universidade Estadual do Piauí e Instituto Federal do Piauí. Em seu doutorado, discutiu as relações entre biblioteca e enraizamento sociocultural e político no Brasil. Na entrevista, conheça a construção da tese e a compreensão de Bibliotecas episódicas e mandacarus.

A Agenda 2030 e as bibliotecas públicas de Minas Gerais – Entrevista com César Moreira

Confira nossa entrevista com o pesquisador César dos Santos Moreira, doutor em Gestão e Organização do Conhecimento pela Universidade Federal de Minas Gerais e bibliotecário no Instituto Federal de Minas Gerais. Em sua tese, César investigou como as bibliotecas públicas de Minas Gerais têm promovido serviços orientados pela Agenda 2030 e pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Na entrevista, conheça percurso e processo científico do pesquisador.

Biblioteca pública e pessoas em situação de rua: elementos para a construção de uma abordagem crítica – Entrevista com Marcus Rei

Confira nossa entrevista com o bibliotecário e pesquisador Marcus Rei de Lima Alves, mestre em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo. Em seu mestrado, Marcus investigou a relação entre bibliotecas públicas e pessoas em situação de rua e propôs a biblioteca pública como dispositivo cultural dialógico voltado à participação no conhecimento. Na entrevista, conheça a trajetória do pesquisador e sua dissertação.

Os impactos da desordem Informacional e os discursos políticos sobre a Covid-19 – Entrevista com Myllena Diniz

Confira nossa entrevista com a jornalista e pesquisadora Myllena Diniz, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Alagoas. Atualmente, Myllena atua como assessora de comunicação e professora de Jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em seu mestrado, Myllena analisou as contradições, imprecisões e falsidade informacional nos discursos políticos sobre a Covid-19. Na entrevista, conheça a pesquisa e produções da pesquisadora.

A biblioteca escolar e seu não-lugar, por Gabriela Pedrão

“Todas as bibliotecas são importantes, mas a escolar está na fase de formação do indivíduo, em um dos momentos mais importantes da vida, de desenvolvimento e de aprendizado. Especialmente quando falamos em contextos periféricos, em que as bibliotecas não são uma realidade, a BE pode ser a única oportunidade de um jovem frequentar esse espaço com assiduidade.” destaca a bibliotecária e pesquisadora Profa. Dra. Gabriela Pedrão, do Centro Universitário Claretiano.

Muito além das estantes: cultura, propósito e a construção de uma carreira na Biblioteconomia, por Paola Nascimento

“Para profissionais que desejam atuar com projetos incentivados, especialmente por meio da Lei Rouanet, acredito que o primeiro passo é compreender como essa ferramenta pode beneficiar sua instituição. A Lei permite a captação de recursos para projetos como construção e preservação de equipamentos culturais, além da aquisição e digitalização de acervos.”, recomenda a bibliotecária e pesquisadora Me. Paola Thais Oliveira do Nascimento Vieira, da INCENTIVE.

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva

“A aposta do perfil é humanizar o profissional e as situações de seu cotidiano, não apenas reforçando o que ele não é “a senhorinha de óculos e coque”, mas, sobretudo, mostrando, muitas vezes de forma cômica ou irônica, quem ele é, o que sente, suas frustrações, tristezas, alegrias e expectativas.” comenta o bibliotecário Rafael Antonio da Silva, criador do perfil no Instagram @OBiblioteco.

Resgatando a história da Biblioteconomia brasileira, por Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos

“Espera-se que o DHB possa contribuir para um maior conhecimento das dificuldades e sucessos da Biblioteconomia no contexto brasileiro e que, ao mesmo tempo, possa estimular a produção de textos ligados à história das nossas bibliotecas, dos nossos bibliotecários e dos aspectos relacionados à leitura e dos usuários.” concluem os pesquisadores Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos, autores do “Dicionário histórico da Biblioteconomia”.

A disciplina de “Biblioteca Escolar” nos currículos dos cursos de  Biblioteconomia, por Orestes Trevisol

“O cenário é preocupante, pois apenas dois cursos apresentam disciplinas específicas e obrigatórias sobre Biblioteca Escolar (FURG e UESPI), enquanto dois cursos oferecem disciplinas obrigatórias de caráter misto, nas quais a temática da Biblioteca Escolar divide espaço com bibliotecas públicas ou centros culturais (UEL e UFMA).”, comenta e discute o bibliotecário e pesquisador Me. Orestres Trevisol da Universidade Federal de Santa Catarina.

Estudantes de Biblioteconomia da UNIR produzem livro com experiências acadêmicas, por Andréa Doyle e Talita Silveira

“Compreender os processos informacionais é compreender também as dinâmicas sociais do país. A luta pela informação na arte independente, nas instituições culturais, nas políticas públicas, nos catálogos, nos grupos de pesquisa, na comunicação científica e nas redes sociais é, no fundo, uma luta por visibilidade, equidade, pertencimento e justiça social.” apresentam a pesquisadora Profa. Dra. Andréa Doyle e a acadêmica Talita Silveira, da Universidade Federal de Rondônia.

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