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As águas da Museologia de Memórias Traumáticas, por Ana Paula Brito

“A Museologia de memórias traumáticas busca lidar com memórias sociais de traumas históricos, como genocídios, ditaduras, guerras, conflitos armados internos, catástrofes naturais e outros eventos de grande impacto para uma coletividade. Portanto, não se limita às memórias traumáticas de ditaduras.”, apresenta a pesquisadora Dra. Ana Paula Ferreira de Brito, que atua Coordenadora da Rede Brasileira de Pesquisadores de Sítios de Memória e Consciência.

Pesquisa e prática em competência em informação: o que o Framework for Information Literacy tem de diferente?, por Djuli de Lucca

“[…] o movimento da competência em informação se popularizou – principalmente no cenário norte-americano – a tal ponto que o então presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, publicou uma declaração sobre a importância da competência em informação e destinou o mês de outubro como o “mês da conscientização da competência em informação”. recorda a pesquisadora Profa. Dra. Djuli Machado de Lucca, da Universidade Federal de Rondônia

Curadoria de dados de pesquisa: notas sobre uma abordagem mais sustentável, por Renata Curty

“Sem me alongar mais na contextualização, gostaria de compartilhar algumas observações iniciais e iniciativas acerca da curadoria de dados a partir de trocas e experiências (erros e acertos), dessa vez não mais tão distantes da aplicação.” propõe a pesquisadora Dra. Renata Curty, que atua como Research Data Specialist/Facilitator no Research Data Services Department da UCSB Library na University of California, Santa Barbara.

Redescobertas ou inovações metodológicas: conexões entre a  Ciência da Informação e as Humanidades Digitais, por Bruna Lessa

“[…] o termo Humanidade Digitais, tem antecedentes na discussão sobre o uso da tecnologia aplicada às pesquisas em Ciências Humanas […]. Bem mais relacionada ao campo da Filologia, no contexto das ferramentas tecnológicas utilizadas para análise textual, nasce a informática humanística visando desenvolver metodologias que auxiliassem no tratamento da informação (à primeira vista, textual).” indica a Profa. Dra. Bruna Lessa, da Universidade Federal da Bahia.

Livro e censura no Brasil: apresentação de uma linha de pesquisa, por Sandra Reimão

“O livro, ao longo dos séculos, tem sofrido frequentes tentativas de eliminação, criminalização, cortes e direcionamento. A veemência com que os poderes autoritários buscam cercear a publicação e circulação de livros, atesta o temor que déspotas e tiranos têm da força das ideias impressas.” recorda a Profa. Dra. Sandra Reimão, da Universidade de São Paulo.

Informar para resistir, informar para se orgulhar: demandas sociais da população LGBTQIA+ e o compromisso ético-político para com o acesso à informação, por Carlos Martins

“O Brasil, mesmo com a LGBTfobia equiparada ao crime de racismo por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO), continua ocupando os primeiros rankings de violência letal sofrida pela população LGBTQIA+ […]”, recorda o Bib. e Prof. Dr. Carlos Martins, da Universidade Federal do Maranhão e Membro do Observatório de Políticas Públicas LGBTI+ do Maranhão.

A Ciência da Informação no contexto da desinformação, por Hamilton Oliveira

“Um dos desafios da ciência é melhorar a vida das pessoas e nesse sentido podemos pensar que um desafio da Ciência da Informação é oferecer respostas científicas para problemas sociais atinentes aos fluxos de informação. […] Nesse sentido, no contexto acadêmico, somos instados a examinar questões novas, naturalmente em busca de respostas igualmente novas.” aponta o Prof. Dr. Hamilton Vieira de Oliveira, da Universidade Federal do Pará.

Os sistemas de informação ambiental: perspectiva da Ciência da Informação na busca de cidades sustentáveis e inteligentes na Amazônia, por Marise Condurú

“O meio ambiente deve ser entendido tanto por seus espaços naturais como aqueles modificados ou construídos pelo homem. Para acompanhar a preservação ou a transformação do meio ambiente, é preciso dispor da informação ambiental que subsidie ações à gestão ambiental, à sensibilização/ conscientização, às mobilizações sociais e à tomada de decisão em todos os níveis […].”, propõe a Profa. Dra. Marise Teles Condurú, da Universidade Federal do Pará.

Conhecimento Tradicional e a Ciência da Informação, por Célia Barbalho

“[…] o grupo de pesquisa Gestão da Informação e do Conhecimento na Amazônia (GICA) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), vem desenvolvendo um conjunto de pesquisas para estabelecer elementos que permitam ampliar a compreensão sobre estes saberes tradicionais no contexto amazônico.” apresenta a Profa. Dra. Célia Regina Simonetti Barbalho, da Universidade Federal do Amazonas.

O lugar das Bibliotecas na construção da Pluriversidade, por Luciana Gracioso

“As Bibliotecas, que já foram palco e centelha para tantas revoluções, possuem, na atual conjuntura contemporânea de ocupação de espaços públicos, um papel determinante neste momento acadêmico, pois configuram-se como um lugar possível para todas as manifestações de saberes, culturas e linguagens”, aponta a Profa. Dra. Luciana de Souza Gracioso, da Universidade Federal de São Carlos.

Encruzilhadas da memória: corpo-território e re(existência) decolonial negra no campo da Ciência da Informação, por Maria Aparecida Moura

“O caminho rumo à Universidade não se deu de modo sereno, pois, como todos os jovens negros de minha geração, éramos os primeiros da família a atravessar a portada das Universidades brasileiras. Havia estranhamento, choques sociais e culturais, encantamento e esperança. Todas as sensações misturadas.”, relata a Profa. Dra. Maria Aparecida Moura, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Os Povos Indígenas e a Ciência da Informação: antecedentes, fatos e desafios, por Alejandra Aguilar Pinto

“Apesar de no início a Ciência da Informação (CI) ter sido assistencialista ao olhar os povos indígenas só como usuários da informação, desde que eles se apropriaram das TICs, a CI mudou seu tratamento do tema indígena, e os próprios povos indígenas deixaram de ser apenas usuários de informação para se tornarem também agentes protagonistas na chamada Sociedade da Informação.’ propõe a pesquisadora chilena Dra. Alejandra Aguilar Pinto.

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