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Musealização do Acervo Arqueológico na Universidade Federal de Rondônia, por Daiane Pereira, Gilcimar Costa Barbosa e Silvana Zuse

“Embora não se denomine oficialmente como um museu, o Curso de Arqueologia da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) vem atuando no processo de gestão e musealização de seu acervo arqueológico, composto por diferentes tipologias de acervos oriundos de centenas de sítios arqueológicos de diversas localidades de Rondônia.” comentam os pesquisadores e docentes e museólogos do Curso de Arqueologia da Universidade Federal de Rondônia.

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa

“O principal desafio para os museus brasileiros não é apenas inovar, mas transformar inovação em conhecimento compartilhado. Isso implica reconhecer que muitas das soluções mais relevantes já estão em prática (…). Torná-las acessíveis exige investimento em gestão da informação, fortalecimento de redes e desenvolvimento de estratégias de sistematização”, indica a pesquisadora Raisa Ramoni Rosa, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Perspectivas socialistas para a Ciência da Informação: da Informatika soviética à inovação chinesa, por Roberto Lopes dos Santos Junior

“A partir de 1945, com a URSS consolidada como a segunda superpotência do planeta e imersa na intensa competição científica e tecnológica da Guerra Fria, surgiram discussões no partido comunista sobre como o país deveria lidar com a produção, organização e disseminação de informações no bloco comunista que se delineava.” recorda o pesquisador Prof. Dr. Roberto Lopes dos Santos Junior, da Universidade Federal do Pará.Perspectivas socialistas para a Ciência da Informação: da Informatika soviética à inovação chinesa

A literatura indígena e a universidade: ponte entre mundos, por Carina Pataxó

“Minha imagem é frequentemente percebida no Brasil como a de um corpo ‘brasileiro’, e não como indígena. ‘Índia sem língua? Índia estudante de doutorado?’ Isso significa, simbolicamente, não ter valor, história. As ‘imagens’ de povos indígenas em contexto de isolamento, por sua vez, dificilmente são questionadas; ao contrário, são frequentemente associadas à ideia de ‘índios de verdade’.”, pondera a pesquisadora e mestra indígena Carina Pataxó.

Povos indígenas enquanto sujeitos históricos: produção acadêmica e desafios contemporâneos, por Carlos Trubiliano

“Em síntese, minhas reflexões reafirmam que a trajetória histórica dos povos indígenas no país está intrinsecamente vinculada às estruturas de violência, expropriação territorial e colonialidade do poder que fundamentaram – e continuam a fundamentar – os projetos de desenvolvimento capitalista impostos à Amazônia”, comenta o historiador e pesquisador Prof. Dr. Carlos Alexandre Barros Trubiliano, da Universidade Federal de Rondônia.

Autonomia indígena e o futuro da Amazônia, por Fábio Alkmin

“Na Amazônia, onde a pressão e a violência sobre os povos se intensificam a cada dia — em um contexto marcado pela negligência e, em muitos casos, pela cumplicidade das instituições estatais —, a autonomia se afirma como prática política e horizonte (…) .” afirma o geógrafo e pesquisador Dr. Fábio Márcio Alkmin do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da Universidade Estadual Paulista.

Povos tradicionais, saúde indígena na amazônia acreana e combate às peças de desinformação, por Francisco Aquinei Timóteo Queirós

“(…) para o entendimento de como a desinformação afeta os povos originários, levamos em consideração os aspectos relacionados ao cotidiano, às redes familiares e aos fatores psíquicos, cognitivos, sociais e emocionais da realidade dos povos indígenas com os quais estabelecemos diálogo.”, pondera o Prof. Dr. Francisco Aquinei Timóteo Queirós, da Universidade Federal do Acre, em pós-doutoramento na Universidade Federal de Rondônia.

A biblioteca escolar e seu não-lugar, por Gabriela Pedrão

“Todas as bibliotecas são importantes, mas a escolar está na fase de formação do indivíduo, em um dos momentos mais importantes da vida, de desenvolvimento e de aprendizado. Especialmente quando falamos em contextos periféricos, em que as bibliotecas não são uma realidade, a BE pode ser a única oportunidade de um jovem frequentar esse espaço com assiduidade.” destaca a bibliotecária e pesquisadora Profa. Dra. Gabriela Pedrão, do Centro Universitário Claretiano.

Muito além das estantes: cultura, propósito e a construção de uma carreira na Biblioteconomia, por Paola Nascimento

“Para profissionais que desejam atuar com projetos incentivados, especialmente por meio da Lei Rouanet, acredito que o primeiro passo é compreender como essa ferramenta pode beneficiar sua instituição. A Lei permite a captação de recursos para projetos como construção e preservação de equipamentos culturais, além da aquisição e digitalização de acervos.”, recomenda a bibliotecária e pesquisadora Me. Paola Thais Oliveira do Nascimento Vieira, da INCENTIVE.

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva

“A aposta do perfil é humanizar o profissional e as situações de seu cotidiano, não apenas reforçando o que ele não é “a senhorinha de óculos e coque”, mas, sobretudo, mostrando, muitas vezes de forma cômica ou irônica, quem ele é, o que sente, suas frustrações, tristezas, alegrias e expectativas.” comenta o bibliotecário Rafael Antonio da Silva, criador do perfil no Instagram @OBiblioteco.

Resgatando a história da Biblioteconomia brasileira, por Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos

“Espera-se que o DHB possa contribuir para um maior conhecimento das dificuldades e sucessos da Biblioteconomia no contexto brasileiro e que, ao mesmo tempo, possa estimular a produção de textos ligados à história das nossas bibliotecas, dos nossos bibliotecários e dos aspectos relacionados à leitura e dos usuários.” concluem os pesquisadores Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos, autores do “Dicionário histórico da Biblioteconomia”.

Entre afetos e conceitos: uma história em formação, por Bernardina Freire

“Para fechar este exercício de “escrita de si”, digo que minha trajetória foi tecida com as mãos do trabalho e do sonho. Ao longo da carreira, mas antes dela, da própria vida, fui babá, manicure, vendedora de doces e bolos, reinventando a sobrevivência a cada dia”, descreve a pesquisadora Profa. Dra. Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, da Universidade Federal da Paraíba.

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