• contato@labci.online
  • revista.divulgaci@gmail.com
  • Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho - RO

Bibliotecas para fabular mundos possíveis: políticas públicas, formação leitora e atuação nos territórios, por Eduardo Peixoto

“Ao compreendermos o cenário que cerca os territórios periféricos e à margem de nosso país, algumas perguntas me vêm à mente: quem tem o direito de sonhar? A quem o fabular é permitido? E quem encontra as condições para transformar esses sonhos em realidade?”, questiona o bibliotecário Eduardo Henrique Peixoto, da rede Beabah! – Bibliotecas Comunitárias do Rio Grande do Sul e presidente da Associação Sul-Rio-Grandense de Bibliotecários.

O fenômeno produtivismo acadêmico como agenda de pesquisa: descobertas, reflexões e perspectivas, por Luciana Ferreira da Costa

“A paixão pelo universo dos museus tem raízes na minha infância e adolescência no Rio de Janeiro, cidade onde nasci e formei tantas memórias e olhar curioso nestes espaços, graças aos incontáveis passeios familiares aos museus, sobretudo, ao Museu Nacional e, também, os passeios escolares que despertaram em mim o encantamento pela instituição museu (…)”, recorda a Prof. Dra. Luciana Ferreira da Costa, da Universidade Federal da Paraíba.

Vivência no Centro de Memória do Circo e a pesquisa dos Saberes do Circo, por Mônica Barbalho Silva

“O acervo do Centro de Memória do Circo é como o circo: diverso, surpreendente, para todos os gostos, espetacular. Com uma variedade de formatos e suportes, os documentos registram o espetáculo, as artes e os artistas, o modo de vida circense, seus saberes e formas de expressão.”, apresenta a pesquisadora Me. Mônica Barbalho Silva, Coordenadora do Núcleo de Acervo do Centro de Memória do Circo.

Entre bibliotecas, informação e inteligência artificial: minha trajetória na organização da informação e do conhecimento, por Cibele Santos

“As bibliotecas tornaram-se cada vez mais digitais, novas tecnologias surgiram e a inteligência artificial passou a fazer parte do nosso cotidiano. No entanto, a questão que orienta meu trabalho continua sendo a mesma: como organizar a informação para que ela possa ser encontrada, compreendida e utilizada pelas pessoas?”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Cibele Araújo C. M. Santos, da Universidade de São Paulo.

O gênero cabe em um nome?: cuidados na inferência automática em bases científicas, por Jesús P. Mena-Chalco

“A inferência automática pode ser uma ferramenta útil, mas deve ser tratada como aproximação probabilística, não como verdade individual. Em muitos casos, a resposta mais científica e mais ética não é classificar a qualquer custo. É reconhecer, com responsabilidade: aqui, eu não sei com segurança.” relata o pesquisador Prof. Dr. Jesús P. Mena-Chalco, da Universidade Federal do ABC e membro da Rede Nacional de Ciência para a Educação.

Onde publicar na era pós-Qualis na Área de Comunicação, Informação e Museologia, por Mateus Rebouças

“Não basta escolher uma revista “bem classificada”: é preciso pensar se aquele artigo poderá ser considerado uma produção relevante, aderente ao programa e capaz de representar sua contribuição científica. A avaliação qualitativa poderá considerar a qualidade intrínseca do trabalho, sua adequação às linhas de pesquisa, sua contribuição para o campo e sua relevância intelectual.” apresenta o Prof. Mateus Rebouças, da Universidade Federal de Rondonópolis.

Ciência da Informação, Estudos de Gênero e Estudos Queer: relações existentes, por Abe Muniz Pinto

“Nos trabalhos de conclusão dos cursos de Pós-Graduação em CI no Brasil, até 2023, foram recuperados 18 trabalhos sobre gênero e comunidade LGBTQIAPN+, das teses e dissertações analisadas, as três autorias mais citadas sobre a questão de gênero são: Guacira Louro, Judith Butler e Michel Foucault.” aponta a pessoa pesquisadora Me. Abe Muniz Pinto, estudante do doutoramento em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Pernambuco.

Do corpo como segredo ao corpo como direito: perspectivas sobre corpo, gênero, sexualidade e direitos humanos, por Emerson Roberto de Araújo Pessoa

“Não há nada de simplesmente natural nas corporalidades. Pelo contrário, até mesmo dimensões frequentemente interpretadas pela perspectiva da natureza, como a sexualidade, são atravessadas por processos sociais, culturais e políticos.” afirma o pesquisador e cientista social Prof. Dr. Emerson Roberto de Araújo Pessoa, da Universidade Federal de Rondônia à serviço da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais. do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

Inteligência artificial, ética e pesquisa em comunicação e informação na sociedade digital, por Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Milton Shintaku

“Na pesquisa em comunicação e informação, a IA pode reconfigurar objetos e metodologias de investigação. Algoritmos, plataformas, cultura de dados, desinformação e comunicação automatizada consolidam-se como novos objetos de estudo em uma sociedade orientada por dados.” propõem os pesquisadores Profa. Dra. Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Prof. Dr. Milton Shintaku, do Grupo de Pesquisa “Estudos sobre ferramentas para gestão de redes de participação social”/IBICT

Musealização do Acervo Arqueológico na Universidade Federal de Rondônia, por Daiane Pereira, Gilcimar Costa Barbosa e Silvana Zuse

“Embora não se denomine oficialmente como um museu, o Curso de Arqueologia da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) vem atuando no processo de gestão e musealização de seu acervo arqueológico, composto por diferentes tipologias de acervos oriundos de centenas de sítios arqueológicos de diversas localidades de Rondônia.” comentam os pesquisadores e docentes e museólogos do Curso de Arqueologia da Universidade Federal de Rondônia.

Inovação em museus brasileiros: entre práticas invisíveis e futuros possíveis, por Raisa Ramoni Rosa

“O principal desafio para os museus brasileiros não é apenas inovar, mas transformar inovação em conhecimento compartilhado. Isso implica reconhecer que muitas das soluções mais relevantes já estão em prática (…). Torná-las acessíveis exige investimento em gestão da informação, fortalecimento de redes e desenvolvimento de estratégias de sistematização”, indica a pesquisadora Raisa Ramoni Rosa, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Perspectivas socialistas para a Ciência da Informação: da Informatika soviética à inovação chinesa, por Roberto Lopes dos Santos Junior

“A partir de 1945, com a URSS consolidada como a segunda superpotência do planeta e imersa na intensa competição científica e tecnológica da Guerra Fria, surgiram discussões no partido comunista sobre como o país deveria lidar com a produção, organização e disseminação de informações no bloco comunista que se delineava.” recorda o pesquisador Prof. Dr. Roberto Lopes dos Santos Junior, da Universidade Federal do Pará.

Translate »