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A literatura indígena e a universidade: ponte entre mundos, por Carina Pataxó

“Minha imagem é frequentemente percebida no Brasil como a de um corpo ‘brasileiro’, e não como indígena. ‘Índia sem língua? Índia estudante de doutorado?’ Isso significa, simbolicamente, não ter valor, história. As ‘imagens’ de povos indígenas em contexto de isolamento, por sua vez, dificilmente são questionadas; ao contrário, são frequentemente associadas à ideia de ‘índios de verdade’.”, pondera a pesquisadora e mestra indígena Carina Pataxó.

Povos indígenas enquanto sujeitos históricos: produção acadêmica e desafios contemporâneos, por Carlos Trubiliano

“Em síntese, minhas reflexões reafirmam que a trajetória histórica dos povos indígenas no país está intrinsecamente vinculada às estruturas de violência, expropriação territorial e colonialidade do poder que fundamentaram – e continuam a fundamentar – os projetos de desenvolvimento capitalista impostos à Amazônia”, comenta o historiador e pesquisador Prof. Dr. Carlos Alexandre Barros Trubiliano, da Universidade Federal de Rondônia.

Autonomia indígena e o futuro da Amazônia, por Fábio Alkmin

“Na Amazônia, onde a pressão e a violência sobre os povos se intensificam a cada dia — em um contexto marcado pela negligência e, em muitos casos, pela cumplicidade das instituições estatais —, a autonomia se afirma como prática política e horizonte (…) .” afirma o geógrafo e pesquisador Dr. Fábio Márcio Alkmin do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da Universidade Estadual Paulista.

Povos tradicionais, saúde indígena na amazônia acreana e combate às peças de desinformação, por Francisco Aquinei Timóteo Queirós

“(…) para o entendimento de como a desinformação afeta os povos originários, levamos em consideração os aspectos relacionados ao cotidiano, às redes familiares e aos fatores psíquicos, cognitivos, sociais e emocionais da realidade dos povos indígenas com os quais estabelecemos diálogo.”, pondera o Prof. Dr. Francisco Aquinei Timóteo Queirós, da Universidade Federal do Acre, em pós-doutoramento na Universidade Federal de Rondônia.

A biblioteca escolar e seu não-lugar, por Gabriela Pedrão

“Todas as bibliotecas são importantes, mas a escolar está na fase de formação do indivíduo, em um dos momentos mais importantes da vida, de desenvolvimento e de aprendizado. Especialmente quando falamos em contextos periféricos, em que as bibliotecas não são uma realidade, a BE pode ser a única oportunidade de um jovem frequentar esse espaço com assiduidade.” destaca a bibliotecária e pesquisadora Profa. Dra. Gabriela Pedrão, do Centro Universitário Claretiano.

Muito além das estantes: cultura, propósito e a construção de uma carreira na Biblioteconomia, por Paola Nascimento

“Para profissionais que desejam atuar com projetos incentivados, especialmente por meio da Lei Rouanet, acredito que o primeiro passo é compreender como essa ferramenta pode beneficiar sua instituição. A Lei permite a captação de recursos para projetos como construção e preservação de equipamentos culturais, além da aquisição e digitalização de acervos.”, recomenda a bibliotecária e pesquisadora Me. Paola Thais Oliveira do Nascimento Vieira, da INCENTIVE.

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva

“A aposta do perfil é humanizar o profissional e as situações de seu cotidiano, não apenas reforçando o que ele não é “a senhorinha de óculos e coque”, mas, sobretudo, mostrando, muitas vezes de forma cômica ou irônica, quem ele é, o que sente, suas frustrações, tristezas, alegrias e expectativas.” comenta o bibliotecário Rafael Antonio da Silva, criador do perfil no Instagram @OBiblioteco.

Resgatando a história da Biblioteconomia brasileira, por Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos

“Espera-se que o DHB possa contribuir para um maior conhecimento das dificuldades e sucessos da Biblioteconomia no contexto brasileiro e que, ao mesmo tempo, possa estimular a produção de textos ligados à história das nossas bibliotecas, dos nossos bibliotecários e dos aspectos relacionados à leitura e dos usuários.” concluem os pesquisadores Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos, autores do “Dicionário histórico da Biblioteconomia”.

Entre afetos e conceitos: uma história em formação, por Bernardina Freire

“Para fechar este exercício de “escrita de si”, digo que minha trajetória foi tecida com as mãos do trabalho e do sonho. Ao longo da carreira, mas antes dela, da própria vida, fui babá, manicure, vendedora de doces e bolos, reinventando a sobrevivência a cada dia”, descreve a pesquisadora Profa. Dra. Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, da Universidade Federal da Paraíba.

De menina a cientista, um caminho possível e apaixonante, por Elizete Vieira Vitorino

“E é bom reforçar para as meninas e mulheres: Sim, eu fui a primeira colocada em concurso para professor permanente, 40 horas, dedicação exclusiva e que dispunha somente de uma vaga: para o Curso de Biblioteconomia da UFSC. Desde a posse, em janeiro de 2006, sinto que a trajetória de menina deu certo, sim!”, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Elizete Vieira Vitorino, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Divulgação científica e desconexão com a sociedade, por Maria Giovanna Guedes Farias

“Divulgar a ciência para a sociedade se constitui em um movimento cunhado na responsabilidade social e no dever ético, que mantém fortalecida a confiança nas instituições de ensino e pesquisa, assim como nos pesquisadores. “, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Maria Giovanna Guedes Farias, da Universidade Federal do Ceará e coordenadora da plataforma de divulgação científica “ObservaUFC – Observatório Científico da Universidade Federal do Ceará”

Desafio à memória: uma trajetória de formação e experiência, por Leilah Santiago Bufrem

“Além do repensar sobre minha trajetória de vida no ensino e na pesquisa, este texto inclui experiências, perspectivas e preocupações de estudo, com ênfase na atuação na CI, impedindo-me de pensar isoladamente, embora o pensar no coletivo requeira o reconhecimento do que somos, do que podemos, propomos e conquistamos”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Leilah Santiago Bufrem, da Universidade Federal do Paraná.

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