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Intolerância religiosa, informação e discurso: silenciamentos e disputas de sentido, por Herta Soeiro

“O combate à intolerância religiosa (…) trata-se de construir um ambiente social em que tradições historicamente silenciadas possam significar sem medo de serem interrompidas pela violência, e que a pluralidade religiosa brasileira não seja apenas reconhecida, mas sustentada por práticas institucionais, jurídicas e educativas capazes de garantir sua continuidade.” indica a bibliotecária e pesquisadora dos estudos linguísticos Herta Soeiro, da Universidade Federal do Paraná.

O que aprendi com as representações de um jornal e de uma comunidade sobre o Semiárido, por Ismael Mendonça

“A perspectiva aqui alinhavada deriva das conclusões da tese “Peleja da informação com a leitura: um jornal, uma comunidade rural e suas representações sociais sobre o Semiárido cearense” (Mendonça, 2024), que defendi no Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais.” indica o pesquisador Prof. Dr. Ismael Mendonça, do grupo de pesquisa Cultura e Mediação Cultural da Universidade Federal do Ceará.

O percurso de uma docente em construção, por Jéssica Bedin

“Ao revisitar minha trajetória, compreendo que a docência e a atuação em unidades de informação são, sobretudo, formas de cuidado com as pessoas e com os saberes que elas produzem. A universidade transformou a minha vida e, por isso, sigo acreditando no seu potencial de impactar outras histórias.” recorda a pesquisadora Profa. Dra. Jéssica Bedin, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Informação em Comunidades Religiosas: a gênese de um grupo de pesquisa, por Márcia Figueiredo

“(…) o aspecto religioso e a relação com a fé nas pesquisas da Biblioteconomia e na Ciência da Informação (BCI) é recente. A temática não é fácil de abordar, porque envolve questões pessoais e afetivas, e a discussão deve ter cuidado para que o sagrado seja respeitado.” indica a pesquisadora Profa. Dra. Márcia Feijão de Figueiredo da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Biblioteconomia em mim, por Renan Ramos

“(…) senti que o aprendizado em sala de aula não era suficiente para a atuação; era necessário se aperfeiçoar continuamente. Com isso, houve um amadurecimento profissional: os aprendizados de gestão e o relacionamento com os usuários da biblioteca universitária contribuíram muito para o meu ser profissional.” comenta o bibliotecário Prof. Dr. Renan Ramos, da Biblioteca Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Biblioteca e educação: relações históricas inquietantes, por Carmem Lucia Batista

“Após investigações, concluí que Biblioteca e Educação foram influenciadas por estudos teológicos e pedagógicos, além de terem sido impactadas pelos principais interesses científicos e filosóficos da época, como a Botânica, o universalismo e o enciclopedismo.” pondera a Profa. Dra. Carmem Lúcia Batista, professora da graduação e especialização do Centro Universitário Assunção e pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Biblioeducação (GPEB) da Universidade de São Paulo.

O tráfico de pessoas como objeto de uma pesquisa no campo da Ciência da Informação, por Dayanne da Silva Prudencio

“Ao se engajarem em iniciativas que enfrentam uma das mais graves violações à dignidade humana, as bibliotecas ampliam sua responsabilidade social, contribuem para reduzir vulnerabilidades informacionais e geram impactos concretos na construção de uma sociedade mais justa. ” indica a pesquisadora Profa. Dra. Dayanne Prudencio, do Departamento de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Catalogador crítico: o que pode significar isso?, por Filipe Reis

“Na contemporaneidade, a catalogação demanda um profissional crítico, capaz de reconhecer a diversidade de saberes e práticas informacionais, incorporar as transformações tecnológicas e adotar uma postura ética frente à representação equitativa dos documentos.” propõe o pesquisador Prof. Dr. Filipe Reis, da Faculdade de Informação e Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Goiás.

Breves considerações sobre a Política Nacional do Livro e da Leitura, por Hamilton Vieira de Oliveira

“O livro e a leitura materializam e simbolizam uma causa humana fundamental, mas não avançaremos nela ignorando interesses comerciais sob pena de atrairmos um entrave a mais na implementação de políticas públicas de interesse social, o que se torna particularmente grave nas áreas da educação e da cultura, que já possuem opositores de sobra.” afirma o pesquisador Prof. Dr. Hamilton Oliveira, da Universidade Federal do Pará.

De São Luís do Maranhão para o IBICT: trajetória de uma bibliotecária, por Clara Duarte

“A mudança para Brasília tem sido desafiadora, mas acredito que a vida é feita de ciclos, e cada fase traz oportunidades de crescimento. A cada início tem sido um aprendizado, não só profissional, mas também pessoal. Está sendo uma experiência incrível trabalhar no Ibict e contribuir para a ciência do país”, destaca a tecnologista-bibliotecária Clara Duarte Coelho do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Representatividade, informação e justiça sócio-racial em ambientes informacionais, por Dávila Feitosa

“O conceito de justiça social, definido como a chance e oportunidade para cada pessoa aproveitar sua vida plenamente, é o ponto de partida para pensar em soluções. No campo da Biblioteconomia e Ciência da Informação (BCI), a justiça social deve ir além da mera distribuição “, pondera a pesquisadora e bibliotecária Dra. Dávila Maria Feitosa da Silva, da Universidade de Pernambuco.

Bibliotecas públicas e comunitárias como espaços de inclusão social, por Luis Cláudio Borges

“(…) as bibliotecas públicas e comunitárias reafirmam também o princípio de que a informação é um bem comum, portanto, um direito de todos. Fortalecer essas instituições significa investir em um projeto democrático de sociedade, no qual cada pessoa tenha a oportunidade de se tornar leitora, autora e protagonista da própria história” conclui o pesquisador e bibliotecário Dr. Luis Cláudio Borges, da Universidade Federal de Rondônia.

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