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Que biblioteca queremos habitar? Percursos em direção à Biblioteconomia Educativa, por Amanda Leal de Oliveira

“O que significa formar leitores em realidades marcadas pela exclusão da cultura escrita e, ao mesmo tempo, atravessadas por outras práticas culturais? O que acontece quando livros e propostas de leitura chegam a contextos nos quais ocupam lugares e sentidos diferentes daqueles que ocupavam para nós, mediadores?”, questiona a pesquisadora Profa. Dra. Amanda Leal de Oliveira, do Instituto Superior de Educação Vera Cruz e do Centro Universitário Assunção.

Biblioteconomia educativa: um recorte de experiências concretas, por Andreina Virginio

“(…) proponho neste ensaio uma reflexão sobre os atravessamentos biblioeducativos vivenciados em minha práxis como profissional na Biblioteconomia. A intenção é, acima de tudo, demonstrar como tais experiências podem servir de subsídio e horizonte para a compreensão de dinâmicas próprias da Biblioteconomia Educativa, (…)”, propõe a pesquisadora Profa. Dra. Andreina Alves de Sousa Virginio, da Universidade Estadual do Piauí e Instituto Federal do Piauí.

Entre pesquisas e acervos: trajetória e formação, por Carmem Lúcia Batista

“Por fim, minha própria experiência sinaliza a falta de valorização da memória e a ausência de uma cultura bibliotecária em nosso país. A carência de políticas públicas consistentes na área da cultura e da informação apresenta dificuldades à biblioteca a se consolidar como dispositivo cultural autônomo e objeto cultural de memória relevante nos processos de formação.”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Carmem Lúcia Batista, do Centro Universitário Assunção.

Biblioteconomia educativa na UFMA: a formação do bibliotecário educador e a extensão universitária como práxis de transformação social, por Leoneide Martins

“A Biblioteconomia Educativa consolida-se como o ramo da Ciência da Informação focado em transformar a biblioteca em um centro de aprendizagem ativa e dispositivo pedagógico essencial. Ela rompe com o paradigma tradicional focado no “objeto e na custódia” do acervo (…) e migra decisivamente para o foco no “sujeito e na mediação”.”, relata a Profa. Dra. Leoneide Maria Brito Martins, da Universidade Federal do Maranhão.

Entre a biblioteca e a escola: meu percurso na Biblioteconomia Educativa, por Marília de Abreu Martins de Paiva

“Ao olhar para minha trajetória, percebo que a defesa da biblioteca escolar como direito continua a orientar meu trabalho. Investigar a Biblioteconomia Educativa é, para mim, refletir e produzir conhecimento para construir as condições necessárias para que esse direito se realize.”, recorda a Profa. Dra. Marília de Abreu Martins de Paiva, da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais.

Pão e palavra: um percurso entre gerações até a Biblioteconomia Educativa, por Simone Borges Paiva Okuzono

“Com o apoio das educadoras e com o auxílio de Dona A., que buscava explicar a receita, as crianças, pouco a pouco, conseguiram registrar a preparação do pão, para, enfim, estruturar por escrito a receita de Dona A. Ao final do encontro, pão e palavra, compartilhados e degustados, alegraram a todos.”, pondera a pesquisadora Simone Borges Paiva Okuzono da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Espaços informacionais como agentes de mudança na conquista de um futuro mais sustentável: o papel, os desafios e as possibilidades dos museus, por Alejandra Saladino

” (…) proponho que uma Museologia Social efetiva e concretamente comprometida com a vida e os museus comunitários sejam o motor da mudança de um novo paradigma museal, empenhando-se na incorporação das dimensões da sustentabilidade (como propõe o IBRAM), em seus discursos e propostas consolidados nos respectivos planos museológicos.”, recomenda a pesquisadora Profa. Dra. Alejandra Saladino, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Arquivos como agentes estratégicos do desenvolvimento sustentável, por Ana Paula Alves Soares

“O desenvolvimento sustentável não depende apenas de recursos naturais, mas também da preservação e do acesso a informações fidedignas. Para tanto, é preciso contar com informações confiáveis e organizadas, registros históricos e acesso às informações públicas, por meio da gestão documental e de uma arquivística orientada à sustentabilidade.”, aborda a pesquisadora e arquivista Dra. Ana Paula Alves Soares, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Entre caminhos, fronteiras e aprendizagens: a construção de um percurso profissional na Ciência da Informação, por Angerlânia Rezende

“Cada escolha realizada ao longo desse percurso representou um deslocamento, não somente geográfico, mas também intelectual, profissional e humano. É nessa perspectiva que compreendo minha caminhada: como um percurso em permanente construção, atravessado por desafios, descobertas e pela certeza de que ensinar é, antes de tudo, um compromisso ético, social e político.”, pondera a pesquisadora Profa. Dra. Angerlânia Rezende, da Universidade Federal de Rondônia.

Cultura, memória e sustentabilidade: os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável aplicados às práticas museológicas, por Thais Lima Trindade

“Integrar os ODS às ações desenvolvidas pelos museus significa ampliar o entendimento sobre o papel social dessas instituições e fortalecer sua atuação como agentes de transformação social, preservação cultural e promoção do desenvolvimento sustentável.”, destaca a pesquisadora e bibliotecária Dra. Thais Lima Trindade, da Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas – Campus Tabatinga e Líder do Grupo de Pesquisa em Informação e Comunicação.

Bibliotecas para fabular mundos possíveis: políticas públicas, formação leitora e atuação nos territórios, por Eduardo Peixoto

“Ao compreendermos o cenário que cerca os territórios periféricos e à margem de nosso país, algumas perguntas me vêm à mente: quem tem o direito de sonhar? A quem o fabular é permitido? E quem encontra as condições para transformar esses sonhos em realidade?”, questiona o bibliotecário Eduardo Henrique Peixoto, da rede Beabah! – Bibliotecas Comunitárias do Rio Grande do Sul e presidente da Associação Sul-Rio-Grandense de Bibliotecários.

O fenômeno produtivismo acadêmico como agenda de pesquisa: descobertas, reflexões e perspectivas, por Luciana Ferreira da Costa

“A paixão pelo universo dos museus tem raízes na minha infância e adolescência no Rio de Janeiro, cidade onde nasci e formei tantas memórias e olhar curioso nestes espaços, graças aos incontáveis passeios familiares aos museus, sobretudo, ao Museu Nacional e, também, os passeios escolares que despertaram em mim o encantamento pela instituição museu (…)”, recorda a Prof. Dra. Luciana Ferreira da Costa, da Universidade Federal da Paraíba.

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