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Livro e censura no Brasil: apresentação de uma linha de pesquisa, por Sandra Reimão

“O livro, ao longo dos séculos, tem sofrido frequentes tentativas de eliminação, criminalização, cortes e direcionamento. A veemência com que os poderes autoritários buscam cercear a publicação e circulação de livros, atesta o temor que déspotas e tiranos têm da força das ideias impressas.” recorda a Profa. Dra. Sandra Reimão, da Universidade de São Paulo.

Informar para resistir, informar para se orgulhar: demandas sociais da população LGBTQIA+ e o compromisso ético-político para com o acesso à informação, por Carlos Martins

“O Brasil, mesmo com a LGBTfobia equiparada ao crime de racismo por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO), continua ocupando os primeiros rankings de violência letal sofrida pela população LGBTQIA+ […]”, recorda o Bib. e Prof. Dr. Carlos Martins, da Universidade Federal do Maranhão e Membro do Observatório de Políticas Públicas LGBTI+ do Maranhão.

A Ciência da Informação no contexto da desinformação, por Hamilton Oliveira

“Um dos desafios da ciência é melhorar a vida das pessoas e nesse sentido podemos pensar que um desafio da Ciência da Informação é oferecer respostas científicas para problemas sociais atinentes aos fluxos de informação. […] Nesse sentido, no contexto acadêmico, somos instados a examinar questões novas, naturalmente em busca de respostas igualmente novas.” aponta o Prof. Dr. Hamilton Vieira de Oliveira, da Universidade Federal do Pará.

Os sistemas de informação ambiental: perspectiva da Ciência da Informação na busca de cidades sustentáveis e inteligentes na Amazônia, por Marise Condurú

“O meio ambiente deve ser entendido tanto por seus espaços naturais como aqueles modificados ou construídos pelo homem. Para acompanhar a preservação ou a transformação do meio ambiente, é preciso dispor da informação ambiental que subsidie ações à gestão ambiental, à sensibilização/ conscientização, às mobilizações sociais e à tomada de decisão em todos os níveis […].”, propõe a Profa. Dra. Marise Teles Condurú, da Universidade Federal do Pará.

Conhecimento Tradicional e a Ciência da Informação, por Célia Barbalho

“[…] o grupo de pesquisa Gestão da Informação e do Conhecimento na Amazônia (GICA) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), vem desenvolvendo um conjunto de pesquisas para estabelecer elementos que permitam ampliar a compreensão sobre estes saberes tradicionais no contexto amazônico.” apresenta a Profa. Dra. Célia Regina Simonetti Barbalho, da Universidade Federal do Amazonas.

O lugar das Bibliotecas na construção da Pluriversidade, por Luciana Gracioso

“As Bibliotecas, que já foram palco e centelha para tantas revoluções, possuem, na atual conjuntura contemporânea de ocupação de espaços públicos, um papel determinante neste momento acadêmico, pois configuram-se como um lugar possível para todas as manifestações de saberes, culturas e linguagens”, aponta a Profa. Dra. Luciana de Souza Gracioso, da Universidade Federal de São Carlos.

Encruzilhadas da memória: corpo-território e re(existência) decolonial negra no campo da Ciência da Informação, por Maria Aparecida Moura

“O caminho rumo à Universidade não se deu de modo sereno, pois, como todos os jovens negros de minha geração, éramos os primeiros da família a atravessar a portada das Universidades brasileiras. Havia estranhamento, choques sociais e culturais, encantamento e esperança. Todas as sensações misturadas.”, relata a Profa. Dra. Maria Aparecida Moura, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Os Povos Indígenas e a Ciência da Informação: antecedentes, fatos e desafios, por Alejandra Aguilar Pinto

“Apesar de no início a Ciência da Informação (CI) ter sido assistencialista ao olhar os povos indígenas só como usuários da informação, desde que eles se apropriaram das TICs, a CI mudou seu tratamento do tema indígena, e os próprios povos indígenas deixaram de ser apenas usuários de informação para se tornarem também agentes protagonistas na chamada Sociedade da Informação.’ propõe a pesquisadora chilena Dra. Alejandra Aguilar Pinto.

Colhendo a palavra para semear a vida, Biblioteconomia e Ciência da Informação de Abya-Yala, por Natália Duque Cardona

“Nessa ordem de ideias, o fundamento filosófico que fomos apreendendo e aprendendo corresponde às filosofias do Sul, profundamente históricas: negra, feminista, camponesa, indígena, cigana. Isso nos permitiu refletir e repensar a Biblioteconomia e Ciência da Informação”, aponta a Prof. Natalia Duque Cardona, da Universidad de Antioquia.

Um itinerário indigenista em busca da informação dos povos indígenas, por Rodrigo Piquet Saboia de Mello

“[…] é possível crer que o protagonismo indígena, a luta por seus direitos e o uso da informação em seu benefício é um processo em curso inexorável e de grande importância para a sociedade brasileira” indica do Prof Dr. Rodrigo Piquet Saboia de Mello, indigenista Especializado da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI), lotado no Núcleo de Informação Científica do Museu do Índio.

Perspectivas para estudos em Ciência da Informação: em foco Mulheres na Ciência, por Danielly Oliveira Inomata

“Como mulher amazônica, que sou, reservo este espaço para falar sobre a perspectiva de pesquisas em Ciência da Informação na Amazônia, dando ênfase na questão das Mulheres na Ciência, tomando como ilustração o nosso projeto institucional “MULHERES NA CIÊNCIA: fluxos de informação, produção de conhecimentos e ações no cenário regional’ […]” propõe a Prof. Danielly Oliveira Inomata, da Universidade Federal do Amazonas.

Em perspectiva: Dos fundamentos históricos e epistemológicos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação às frentes de pesquisa, por Gabrielle Tanus

“[…] a Biblioteconomia não pode ser mais vista apenas como um saber-fazer, uma mera prática ou centrada na biblioteca. Essa instituição e o ensino acadêmico mudaram significamente, e continuará a mudar, acompanhando as necessidades, demandas, desejos da sociedade”, aponta a Prof. Gabrielle Francinne de Souza Carvalho Tanus, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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