Cordel, Estética e inovação: ensaio preliminar, por Mário Gaudêncio
“[…] o cordel não é meramente uma poesia marginal, tampouco peça folclórica de representação cultural. A literatura forjada na forma cordelista precisa ser encarada e consumida como uma faceta poética da literatura oficial brasileira, assim como a poesia concreta, o soneto e o haikai, por exemplo”, propõe o bibiotecário e pesquisador Dr. Mário Gaudêncio, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido.







