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Pesquisa e prática em competência em informação: o que o Framework for Information Literacy tem de diferente?, por Djuli de Lucca

“[…] o movimento da competência em informação se popularizou – principalmente no cenário norte-americano – a tal ponto que o então presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, publicou uma declaração sobre a importância da competência em informação e destinou o mês de outubro como o “mês da conscientização da competência em informação”. recorda a pesquisadora Profa. Dra. Djuli Machado de Lucca, da Universidade Federal de Rondônia

Curadoria de dados de pesquisa: notas sobre uma abordagem mais sustentável, por Renata Curty

“Sem me alongar mais na contextualização, gostaria de compartilhar algumas observações iniciais e iniciativas acerca da curadoria de dados a partir de trocas e experiências (erros e acertos), dessa vez não mais tão distantes da aplicação.” propõe a pesquisadora Dra. Renata Curty, que atua como Research Data Specialist/Facilitator no Research Data Services Department da UCSB Library na University of California, Santa Barbara.

Redescobertas ou inovações metodológicas: conexões entre a  Ciência da Informação e as Humanidades Digitais, por Bruna Lessa

“[…] o termo Humanidade Digitais, tem antecedentes na discussão sobre o uso da tecnologia aplicada às pesquisas em Ciências Humanas […]. Bem mais relacionada ao campo da Filologia, no contexto das ferramentas tecnológicas utilizadas para análise textual, nasce a informática humanística visando desenvolver metodologias que auxiliassem no tratamento da informação (à primeira vista, textual).” indica a Profa. Dra. Bruna Lessa, da Universidade Federal da Bahia.

Livro e censura no Brasil: apresentação de uma linha de pesquisa, por Sandra Reimão

“O livro, ao longo dos séculos, tem sofrido frequentes tentativas de eliminação, criminalização, cortes e direcionamento. A veemência com que os poderes autoritários buscam cercear a publicação e circulação de livros, atesta o temor que déspotas e tiranos têm da força das ideias impressas.” recorda a Profa. Dra. Sandra Reimão, da Universidade de São Paulo.

Informar para resistir, informar para se orgulhar: demandas sociais da população LGBTQIA+ e o compromisso ético-político para com o acesso à informação, por Carlos Martins

“O Brasil, mesmo com a LGBTfobia equiparada ao crime de racismo por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO), continua ocupando os primeiros rankings de violência letal sofrida pela população LGBTQIA+ […]”, recorda o Bib. e Prof. Dr. Carlos Martins, da Universidade Federal do Maranhão e Membro do Observatório de Políticas Públicas LGBTI+ do Maranhão.

A Ciência da Informação no contexto da desinformação, por Hamilton Oliveira

“Um dos desafios da ciência é melhorar a vida das pessoas e nesse sentido podemos pensar que um desafio da Ciência da Informação é oferecer respostas científicas para problemas sociais atinentes aos fluxos de informação. […] Nesse sentido, no contexto acadêmico, somos instados a examinar questões novas, naturalmente em busca de respostas igualmente novas.” aponta o Prof. Dr. Hamilton Vieira de Oliveira, da Universidade Federal do Pará.

Os sistemas de informação ambiental: perspectiva da Ciência da Informação na busca de cidades sustentáveis e inteligentes na Amazônia, por Marise Condurú

“O meio ambiente deve ser entendido tanto por seus espaços naturais como aqueles modificados ou construídos pelo homem. Para acompanhar a preservação ou a transformação do meio ambiente, é preciso dispor da informação ambiental que subsidie ações à gestão ambiental, à sensibilização/ conscientização, às mobilizações sociais e à tomada de decisão em todos os níveis […].”, propõe a Profa. Dra. Marise Teles Condurú, da Universidade Federal do Pará.

Conhecimento Tradicional e a Ciência da Informação, por Célia Barbalho

“[…] o grupo de pesquisa Gestão da Informação e do Conhecimento na Amazônia (GICA) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), vem desenvolvendo um conjunto de pesquisas para estabelecer elementos que permitam ampliar a compreensão sobre estes saberes tradicionais no contexto amazônico.” apresenta a Profa. Dra. Célia Regina Simonetti Barbalho, da Universidade Federal do Amazonas.

O lugar das Bibliotecas na construção da Pluriversidade, por Luciana Gracioso

“As Bibliotecas, que já foram palco e centelha para tantas revoluções, possuem, na atual conjuntura contemporânea de ocupação de espaços públicos, um papel determinante neste momento acadêmico, pois configuram-se como um lugar possível para todas as manifestações de saberes, culturas e linguagens”, aponta a Profa. Dra. Luciana de Souza Gracioso, da Universidade Federal de São Carlos.

Encruzilhadas da memória: corpo-território e re(existência) decolonial negra no campo da Ciência da Informação, por Maria Aparecida Moura

“O caminho rumo à Universidade não se deu de modo sereno, pois, como todos os jovens negros de minha geração, éramos os primeiros da família a atravessar a portada das Universidades brasileiras. Havia estranhamento, choques sociais e culturais, encantamento e esperança. Todas as sensações misturadas.”, relata a Profa. Dra. Maria Aparecida Moura, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Os Povos Indígenas e a Ciência da Informação: antecedentes, fatos e desafios, por Alejandra Aguilar Pinto

“Apesar de no início a Ciência da Informação (CI) ter sido assistencialista ao olhar os povos indígenas só como usuários da informação, desde que eles se apropriaram das TICs, a CI mudou seu tratamento do tema indígena, e os próprios povos indígenas deixaram de ser apenas usuários de informação para se tornarem também agentes protagonistas na chamada Sociedade da Informação.’ propõe a pesquisadora chilena Dra. Alejandra Aguilar Pinto.

Colhendo a palavra para semear a vida, Biblioteconomia e Ciência da Informação de Abya-Yala, por Natália Duque Cardona

“Nessa ordem de ideias, o fundamento filosófico que fomos apreendendo e aprendendo corresponde às filosofias do Sul, profundamente históricas: negra, feminista, camponesa, indígena, cigana. Isso nos permitiu refletir e repensar a Biblioteconomia e Ciência da Informação”, aponta a Prof. Natalia Duque Cardona, da Universidad de Antioquia.

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