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Reflexões sobre bibliotecas e mediação cultural da informação no enfrentamento à violência contra as mulheres, por Luciane de Fátima Beckman Cavalcante

“[…] a biblioteca sob o escopo de sua função social, pode atuar como promotora do enfrentamento a tal violência, de forma a contribuir ainda com o cumprimento do 5° objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS), referente à igualdade de gêneros previsto na Agenda 2030.”, indica a Profa. Dra. Luciane Cavalcante, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Informação sobre saúde e a epidemia de AIDS: Reflexões sobre o documentário “Carta para além dos muros”, por Djuli Machado de Lucca, Camila Letícia Melo Furtado e Priscila Maria Ferreira Guarate

As pesquisadoras, Djuli de Lucca, Camila Furtado e Priscila Guarate, do Grupo de Pesquisa Competência em Informação e Mediação (GCInMe), da Universidade Federal de Rondônia, trazem uma discussão sobre o documentário “Carta para além dos muros”, uma produção brasileira lançada em 2019 sob a direção de André Canto e produção de André Canto e Rodrigo Ferrante.

Comunidades de saberes e Ciência informação: breves apontamentos, por Marcio Ferreira

“Pensar a questão do racismo é deslocar atenção à compreensão de problemas sobre padrões coloniais presentes e forjados sob o prisma capitalista de modelagem de formas de poder sobre o corpo, mentes e conhecimento produzido por pessoas negras e povos tradicionais como das comunidades quilombolas e povos originários.” argumenta o Prof. Dr. Marcio Ferreira, da Universidade Federal do Maranhão.

Do incômodo nasceu o caminho: do ensino bibliotecário às epistemologias negro-africanas em Biblioteconomia e Ciência da Informação, por Franciéle Garcês

“Esse incômodo me acompanhou durante a vida inteira enquanto mulher negra nascida no Rio Grande do Sul e no Brasil, ambos, estado e país, forjados no insidioso racismo estruturante e estruturador das vidas, relações sociais e experiências de sujeitos negros”, expõe a pesquisadora Dra. Franciéle Carneiro Garcês da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Nas trilhas da Biblioteconomia e dos Estudos Literários: memórias e projeções sobre lá e aqui, por Wellington Marçal

“Das horas intermináveis que fiquei dentro da Biblioteca do Presidente Dutra, em muitas conversas com a professora que trabalhava no Setor, vi surgir, ainda sem muito entendimento, o desejo de seguir os estudos em algo que não fazia muito sentido para mim, cujo nome era “faculdade”, “universidade”, ou ainda, “curso superior” (…)”, recorda o pesquisador e bibliotecário Dr. Wellington Marçal de Carvalho, da Universidade Federal de Minas Gerais.

Tecendo mediações entre cultura e mídia: relato de uma experiência, por Luiz Tadeu Feitosa

“O que sempre motivou os Seminários Cultura e Mídia ao longo desses 26 anos foi fazer uma leitura da cultura, da mídia e dos seus processos de mediações, de modo que se contemplasse uma leitura do mundo cultural e midiático a partir das muitas imbricações que se estabelecem como “teias de significação” (Geertz, 1989), complexas, diversas, plurais e de sotaques e dicções multiformes”, recorda o pesquisador Dr. Luiz Tadeu Feitosa, da Universidade Federal do Ceará.

A Literatura de Cordel na Ciência da Informação, por Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque

“A Literatura de Cordel é um gênero literário que recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, em 2018. Teve sua origem no Brasil, nas regiões Nordeste e Norte, entretanto, encontra-se difundida em todo território nacional, atestando sua relevância cultural. Como fonte e campo de pesquisa, vem atraindo a atenção de estudiosos da Literatura Popular e da Ciência da Informação […]”, apresenta a pesquisadora Dra. Elizabeth Baltar, da Universidade Federal da Paraíba.

Cordel, Estética e inovação: ensaio preliminar, por Mário Gaudêncio

“[…] o cordel não é meramente uma poesia marginal, tampouco peça folclórica de representação cultural. A literatura forjada na forma cordelista precisa ser encarada e consumida como uma faceta poética da literatura oficial brasileira, assim como a poesia concreta, o soneto e o haikai, por exemplo”, propõe o bibiotecário e pesquisador Dr. Mário Gaudêncio, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido.

Refletindo a formação de bibliotecárias e bibliotecários sob foco da efetividade da mediação da informação, por Mirleno Livio Monteiro de Jesus e Henriette Ferreira Gomes

“O conhecer e o informar ocorrem quando interagimos com o outro num potente movimento do estar ao lado, do conduzir e do sermos conduzidos rumo a um processo permanente de formação. É na potência dos compartilhamentos que nos transformamos e aprendemos sobre o poder do transformar”, indicam os pesquisadores Me. Mirleno Livio e Dra. Henriette Gomes, vinculados ao Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal da Bahia.

Biblioeducação: do fragmentado ao orgânico, por Edmir Perrotti

“[…] procuramos abordar as relações entre os campos da Biblioteconomia e da Educação em suas manifestações teóricas e práticas. Ao continuar isolados, estes, dificilmente conseguirão fazer mais do que a repetição dos estreitos modelos disciplinares que os amparam, em um movimento de reforço incessante do hiato que, muitas vezes, pretendem enfrentar”, apresenta o pesquisador Dr. Edmir Perrotti, da Universidade de São Paulo.

A biblioteca escolar como equipamento social de inclusão cultural, por Maria das Graças Monteiro Castro

“Para tratar da efetividade da biblioteca escolar no Brasil retomo aqui, a análise dos dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2020, idealizada e realizada pelo Instituto Pró-Livro desde 2000 que configura e legitima um instrumento de medição e avaliação das práticas leitoras e dos equipamentos de leitura no Brasil”, propõe a pesquisadora Dra. Maria das Graças Castro, da Universidade Federal de Goiás.

Acessibilidade em museus e espaços de ciências: um cenário de inclusão para surdos, por Tania Chalhub e Marisa da Costa Gomes

“As reflexões sobre acessibilidade nos diferentes ambientes educacionais ou culturais são bem complexas, uma vez que estão relacionadas a diferentes grupos, com demandas sensoriais, comunicacionais e físicas diversas e realidades distintas em termos informacionais.”, recordam as pesquisadoras Dra. Tania Chalhub e Dra. Marisa Gomes, professoras do Instituto Nacional de Educação de Surdos e coordenadoras do Grupo de Pesquisa Acessibilidade, Interculturalidade e Educação de surdos.

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