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Cada um tem um planejamento, um sonho… ou apenas se deixa levar pelo fluxo da vida, por Naira Silveira

“Vivenciei coisas inimagináveis no meio acadêmico. A maternidade na ciência evidencia a questão de gênero, e a sobrecarga materna na sociedade reverbera também na ciência.” pondera a pesquisadora Profa. Dra. Naira Silveira, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Coordenadora-Geral do Centro de Pesquisa e Editoração da Fundação Biblioteca Nacional.

Das margens à centralidade: narrativas de (re)existência e saberes de uma mulher-negra na Ciência, por Rafaela dos Santos Lima

“Dentre tantos atravessamentos, talvez o mais importante tenha sido a minha percepção de que, como professora e pesquisadora negra, as relações de raça e gênero eram apagadas na formação de professores e nos currículos escolares. Isso me fez mudar de rota e velejar nas pesquisas sobre a (in)visibilidade de mulheres negras nas Ciências” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Rafaela dos Santos Lima, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Andanças que me levam não tem Sul nem Norte, por Avacir Silva

“Eu vim do Sul à procura de melhores condições de vida. Fui para o cerrado, de lá atravessei o Atlântico. Voltei para Norte, desci para o Centro Sul. Andei, andei, venci, voltei, aqui estou e se preciso for, de novo irei para onde o tempo, o vento e Deus me levarem”, relata a Profa. Dra. Avacir Gomes dos Santos Silva, da Universidade Federal de Rondônia.

Ao Pé da letra P, por Sueli Bortolin

“Pedro pede para pronunciar a preocupação que tenho na CI. Penso que é primordial a presteza de ações potentes dos profissionais da informação na peleja com a mediação de leitura. Por quê? Para que possamos propiciar às pessoas (grandes e pequenas) a possibilidade de se apropriar da informação desde o seu estado de protoinformação.”, prozeia a Profa. Dra. Sueli Bortolin, da Universidade Estadual de Londrina.

Questões de gênero e os desafios na representação do conhecimento, por Nathália Romeiro

“Não é por acaso que uma das primeiras ideias que inspiraram minha pesquisa de tese foi categorizar as temáticas que mobilizam o gênero, com a certeza de que isso era maior do que uma análise sobre as diferenças sexuais e o espectro da sexualidade.” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Nathália Lima Romeiro, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Por quê construir uma Biblioteconomia brasileira interseccional? Pontos preliminares para pensarmos num campo (encruzilhada) social, por Andreia Sousa da Silva

“Temos, aí, a missão de construir um campo, com perspectiva e atuação anticapitalista, antirracista, antipatriarcal, anticapacitista, para a promoção de um mundo mais habitável para todo mundo. Então, qual papel você irá assumir para a implementação de uma Biblioteconomia Interseccional?” apresenta a pesquisadora e professora Andreia Sousa da Silva, do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Praticando interseccionalidades: estratégias para mobilização e atendimento de pessoas negras com deficiência em bibliotecas públicas, por Angelita Garcia

“Visando uma melhor compreensão de como a interseccionalidade pode ser um aporte teórico e metodológico na inclusão desse público, propomos uma reflexão sobre como bibliotecários de bibliotecas públicas e suas equipes podem entender a necessidade de um atendimento inclusivo, acessível e antirracista” pontua a pesquisadora e bibliotecária Angelita Garcia, do Grupo de Trabalho Relações Étnico-Raciais e Decolonialidades da FEBAB

Da formação à pesquisa: uma jornada antirracista em Biblioteconomia e Ciência da Informação, por Erinaldo Dias Valério

“Minha dedicação segue no sentido de incluir o debate sobre questões raciais na formação de estudantes de Biblioteconomia, Gestão e Ciência da Informação, tanto na graduação quanto na pós-graduação, com o propósito de contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária.” afirma o professor e pesquisador Dr. Erinaldo Dias Valério, da Universidade Federal de Pernambuco.

A Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE) no Brasil ou os lírios não nascem da lei, por Jhonatan Almada

“O fracasso da lei de universalização das bibliotecas escolares sinaliza para que tenhamos pés no chão quanto ao lançamento da Política Nacional de Leitura e Escrita. Não é a primeira iniciativa com o objetivo de estimular a leitura e escrita no Brasil (…)” pontua o pesquisador e educador, Jhonatan Almada, Diretor do Centro de Inovação para a Excelência em Políticas Públicas – CIEPP.

Percurso, pesquisas e perspectivas da Competência em Informação na Arquivologia, por Renata Furtado

“A Competência em Informação, está se consolidando como um pilar fundamental para o avanço da Arquivologia, sua inserção como uma temática transversal não é apenas uma questão de atualização curricular, mas uma necessidade para a evolução da profissão e da sociedade […].” indica a pesquisadora Profa. Dra. Renata Lira Furtado, da Universidade Federal do Pará.

Educação e inclusão de estudantes público-alvo da Educação Especial: aprendizados com ensino, pesquisa e extensão na formação de uma professora-pesquisadora e mãe, por Marlene Rodrigues

“Posso dizer que minha formação como professora pesquisadora se ampliou significativamente a partir do dia em que, ainda muito jovem, ingressei como funcionária da APAE na cidade de Vilhena, onde vivi as primeiras experiências educacionais junto às pessoas com deficiência.” indica a pesquisadora Profa. Dra. Marlene Rodrigues, da Universidade Federal de Rondônia.

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