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Ciência se faz com o coletivo, por Raquel do Rosário Santos

“Como mulher negra; filha de uma guerreira que nos criou sozinha – como muitas outras mulheres –; esposa; mãe; professora; pesquisadora; evangélica; egressa de escola pública; residente da periferia, entre outros marcadores que me atravessam, me tornam a pessoa singular e me liga a outros coletivos, produzo com eles as reflexões, indago o mundo, o questiono e desejo mudanças.” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Raquel do Rosário Santos, da Universidade Federal da Bahia.

Inteligência artificial e preservação digital: entre algoritmos e memórias, por Charlley Luz

“Estamos diante de um momento decisivo na relação entre tecnologias emergentes e preservação digital. A IA oferece ferramentas poderosas para ampliar o acesso, otimizar fluxos e enfrentar o desafio da escala. Mas sua adoção requer mais do que entusiasmo: exige pensamento crítico, políticas claras, formação continuada e compromisso com os princípios da justiça informacional.”, pondera o pesquisador Charlley Luz, da Feed Consultoria e Escola Superior de Propaganda e Marketing.

As memórias como as expressamos: uma questão informacional, por Luis Fernando Massoni

“O que quero dizer é que o documento não é fonte de memória, ele apenas a estabiliza e representa: a memória em si está nas pessoas, sendo elas as fontes de memória. O documento apenas ajuda a lembrar (ou, por meio do silenciamento, a esquecer) as memórias que carregamos em nós mesmos.”, destaca o pesquisador Prof. Dr. Luis Fernando Massoni, da Universidade Federal da Bahia.

O Museu Amazônico e sua importância para a pesquisa e extensão, por Dysson Teles Alves

“Em função de seu vínculo com a tríade da Universidade — ensino, pesquisa e extensão —, a responsabilidade institucional do Museu Amazônico está definida por sua capacidade científica de promover, de forma criativa, a interdisciplinaridade dos conhecimentos produzidos pelos agentes acadêmicos e, sobretudo, de propor uma reflexão sobre a relevância da diversidade socioambiental em tempos de globalização.” apresenta o pesquisador Prof. Dr. Dysson Teles, Diretor do Museu Amazônico.

Bera-Gourmet: a contra-contra cultura em uma identidade ribeirinha, por Rafael Andrade

“Assim como em Rondônia a identidade beradera (e similares) é usurpada pelo capital local para o lucro simbólico e/ou econômico, podemos aferir que o termo Amazônia também é utilizado, mas por uma escala ainda mais ampla do capitalismo? E de que forma podemos nós, amazônidas, resistir aos avanços desses ataques que acabam somando ao fim do nosso amado território?” pondera o Prof. Dr. Rafael Ademir Oliveira de Andrade, do Centro Universitário São Lucas.

Não é só exposição! Museus, Ciências, DescolonizAÇÃO e o desmonte do pensamento único, por Sue Costa

“Descolonizar os museus de ciência não é tarefa simples, nem imediata. Exige coragem institucional, abertura epistêmica e uma revisão profunda de práticas, linguagens e alianças. Trata-se de romper com a ilusão de neutralidade científica e de reconhecer que toda exposição é também uma escolha narrativa e, portanto, política.”, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Sue Costa é Coordenadora de Comunicação e Extensão do Museu Paraense Emílio Goeldi.

Força da extrema direita é proporcional à desinformação contra comunidades indígenas, por Allysson Martins

“A desinformação – um processo complexo e estruturado para enganar as pessoas, inclusive com silenciamentos e informações verdadeiras enviesadas – foi se amplificando e alcançou novas nuances durante a pandemia da covid-19. Com o auge dessa infodemia em 2021, grupos indígenas se organizaram para combater e ensinar como perceber essa desordem informacional”, recorda o pesquisador Prof. Dr. Allysson Martins, da Universidade Federal de Rondônia.

A guerra não está perdida!, por Pedro Andretta e Marcos Hübner

“As bibliotecas continuam sendo bastiões de acesso, justiça social e acolhimento e demonstram seu valor. Elas não são apenas quartéis de livros, mas campos de ação comunitária. Funcionam como linhas de frente contra o apagamento social, centros de ação e inteligência para políticas públicas, e fortalezas onde cada leitor é, em si, um combatente pela dignidade e pelo conhecimento.” defendem os pesquisadores Prof. Pedro Andretta e Marcos Hübner.

Um caminhar da ciência – O tempo e a evolução das coisas, por Gleice Pereira

“A pesquisa em CI continua evoluindo para enfrentar os desafios da sociedade líquida, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias que promovam a gestão eficaz da informação, a ética no uso dos dados e a democratização do conhecimento na sociedade digital. Afinal, ‘Vivemos em tempos líquidos. Nada foi feito para durar.’ (Bauman, 2001).”, indica a pesquisadora Profa. Dra. Gleice Pereira, da Universidade Federal do Espírito Santo.

Mulheres na ciência e na pesquisa: perspectivas das realidades, a necessidade de maior participação para empoderar e derrubar barreiras, por Florence Amaka Nwofor

“Desde o momento em que uma menina nasce, as expectativas sociais começam a limitar seu potencial, independentemente de seus talentos e habilidades (Abiola, citado em Philip, Adeboye e Obakeni, 2016). As mulheres há muito tempo enfrentam subjugação, degradação, opressão e diversas formas de tratamento desumano simplesmente por causa de seu gênero.”, pondera a pesquisadora Profa. Dra. Florence Amaka Nwofor, da Nnamdi Azikiwe University.

Percurso e pesquisas de uma jovem museóloga, por Sura Souza Carmo

“Ao longo de pouco mais de uma década de atuação como docente do magistério superior, minhas pesquisas têm buscado revelar diversos aspectos da importância da valorização do patrimônio afrodiaspórico brasileiro e discutir questões relacionadas à formação em Museologia e às técnicas do campo”, recorda a pesquisadora Profa. Dra. Sura Souza Carmo, do Departamento de Museologia da Universidade Federal de Sergipe.

Artigos retratados, o uso indiscriminado da Inteligência Artificial na pesquisa/escrita científica e outros “fantasmas”, por Karen Santos d’Amorim

“O hoje e as próximas décadas nos convidam a repensar como a ciência é produzida, avaliada e consumida. Precisamos avançar em direções que garantam maior transparência e o fortalecimento de práticas responsáveis, com o melhoramento de diretrizes e políticas instrucionais claras que sustentem esses objetivos.” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Karen Santos d’Amorim, da Universidade Federal de Pernambuco.

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