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Estudos sobre LGBTQIA+ e mulheridades em Rondônia: percursos e perspectivas de subversão na produção acadêmica, por Lauri Miranda

“Noto, ainda, como o “cistema” acadêmico continua operando com relação aos estudos LGBTs e de mulheres na historiografia na Amazônia Ocidental, mesmo já notando alguns avanços. A minha tese de doutorado é uma contribuição nesse sentido. Um trabalho antes de tudo transfeminista interseccional amazônida.” argumenta a historiadora e pesquisadora Profa. Dra. Lauri Miranda Silva, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul.

historiatransviada.com – um projeto de historiografia pública digital, por Ronald Canabarro

“Proponho, portanto, uma produção de conhecimento historiográfico que foge um pouco as regras da área, produzindo uma tese/produto que se utiliza das ferramentas do digital para dar a ver uma parte da história da historiografia e ao mesmo tempo divulgar as pesquisas em outros espaços além da pós-graduação.”, pontua o historiador e pesquisador Ronald Canabarro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Pesquisadora destaca a importância e os desafios das práticas informacionais entre travestis na Grande Vitória (ES)

Estudo da Universidade Federal do Espírito Santo analisa as práticas informacionais das travestis da Grande Vitória (ES) frente ao processo de construção da identidade de gênero. Conheça a dissertação de Marcela Aguiar da Silva Nascimento, “Práticas informacionais de travestis da Grande Vitória (ES)”, desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Espírito Santo. Orientada pela Profa. Dra. Marta Leandro da Mata.

Mulheres feministas negras e lésbicas e o protagonismo social

Pesquisadora propõe discussão acerca da mediação da informação e o protagonismo social para combater às violências de raça, gênero e sexualidade. Conheça a dissertação de Aline Ferreira, “Mulheres feministas negras e lésbicas e a mediação da informação e o protagonismo social”, desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade do Estado de Santa Catarina. Orientado pela Profa. Dra. Daniella Camara Pizarro.

Editorial: Ações da Secretaria Nacional dos Direitos da População LGBTQIA+, por Symmy Larrat

“A Secretaria Nacional dos Direitos da População LGBTQIA é uma Secretaria inédita, que leva a pauta LGBTQIA+ para o segundo escalão do governo. Nós nunca estivemos em um posto tão alto! […] Em nossa gestão estamos atuando em ações emergenciais e tarefas a médio e longo prazo.”, apresenta a Secretária Symmy Larrat, primeira travesti à frente de uma Secretaria Nacional de Governo.

Entrevista com Luís Carlos da Silva e sua pesquisa sobre resiliência informacional no contexto da homofobia

Confira nossa entrevista com a pesquisador Luís Silva, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, da Universidade Federal da Paraíba. Em seu mestrado, Luís analisou se e como as práticas informacionais constituídas no Espaço LGBT Pedrinho (João Pessoa) têm contribuído na construção da resiliência informacional. Na entrevista, conheça um pouco sobre o processo de escrita da dissertação, as dificuldades, produções e projetos do pesquisador.

Entrevista com Simão Marcos Apocalypse e sua pesquisa sobre design da informação e curadoria digital em websites de informação LGBTQ+

Confira nossa entrevista com a pesquisador Simão Apocalypse, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, da Universidade Estadual Paulista. Em sua dissertação, Simão teve como foco central analisar e discutir aspectos relacionados à informação LGBTQ+ em ambientes de informação digitais. Na entrevista, conheça um pouco sobre o processo de elaboração da dissertação, dicas, história e ações do pesquisador.

Informar para resistir, informar para se orgulhar: demandas sociais da população LGBTQIA+ e o compromisso ético-político para com o acesso à informação, por Carlos Martins

“O Brasil, mesmo com a LGBTfobia equiparada ao crime de racismo por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO), continua ocupando os primeiros rankings de violência letal sofrida pela população LGBTQIA+ […]”, recorda o Bib. e Prof. Dr. Carlos Martins, da Universidade Federal do Maranhão e Membro do Observatório de Políticas Públicas LGBTI+ do Maranhão.

Purpurina o ano todo: biblioteca escolar, mediação cultural e o calendário de celebração à diversidade, por Arthur Almeida e Hélio Pajeú

“Os ambientes educacionais como escolas e universidades, por reproduzirem os valores socioeconômicos e culturais das classes dominantes, acabam por afastar desses espaços grupos historicamente oprimidos, como mulheres e sujeitos desviantes da norma heterossexual, isto é, a populção de lésbicas, gays, bissexuais, transsexuais, pessoas queers, intersexuais, assexuais, panssexuais e outras designações de gênero e sexualidade”, questionam os pesquisadores Arthur Henrique Feijó de Almeida e Hélio Márcio Pajeú.

Entrevista com Vitória Gomes Almeida sobre sua pesquisa relacionada à (de)colonialidades, raça, gênero e memória

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Vitória Gomes, bibliotecária e professora universitária da Universidade Federal do Cariri . Em seu doutorado, Vitória abordou a memória e o patrimônio cultural, a partir de uma perspectiva decolonial, apontando a atuação das mulheres latino-americanas enquanto produtoras de culturas, memórias e resistências. Na entrevista, conheça um pouco sobre a construção da tese, os desafios e recomendações da pesquisadora.

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