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Bibliotecas Escolares no Rio Grande do Norte: do diagnóstico para os caminhos da mudança, por Gabrielle Tanus

“A atualização da lei da universalização das bibliotecas escolares pela Lei Federal nº 14.837/2024 reforça, novamente, a obrigatoriedade desse equipamento nas escolas sejam públicas ou privadas. O respeito à profissão de bibliotecário é algo que precisa ser cumprido em todo território brasileiro, que conclama inclusive a valorização da profissão. “pondera a pesquisadora Profa. Dra. Gabrielle Tanus, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Paradoxos do esquecimento: uma coletânea que tensiona as memórias do golpe de 1964, por Icléia Thiesen e Fabrício Silveira

“A ideia foi revisitar o golpe de 1964 às vésperas dos 60 anos de instauração do regime militar, bem como analisar seus impactos na história do país, marcando, ainda, a celebração dos 10 anos de publicação do Relatório da Comissão Nacional da Verdade (2014).” propõem os pesquisadores Profa. Dra. Icléia Thiesen da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Prof. Fabrício Silveira da Universidade Federal de Minas Gerais.

A produção científica brasileira sobre a temática LGBTQIAPN+ na Arquivologia, por Eliezer Lopes e Evelin Mintegui

“Nas discussões contemporâneas, cada vez mais se analisam os espaços dos Arquivos de forma integrada, derivando daí a compreensão de que as práticas humanas com os documentos arquivísticos são frutos históricos de disputas de poder, muitas vezes servindo a interesses pré-estabelecidos e podendo direcionar o que lembrar e o que esquecer.”, recordam os pesquisadores Me. Eliezer Mendes Lopes e Profa. Dr. Evelin Melo Mintegui, da Universidade Federal do Rio Grande.

Quantas editoras publicam com exclusividade livros com temas LGBTQIAPN+ no Brasil?, por Alex Francisco

“Em “Páginas Coloridas”, apresento um panorama com 18 editoras (sendo 4 delas selos editoriais) para refletir sobre como, a partir da mídia impressa, as questões do movimento, em consonância com as contribuições dos grupos sócio-acêntricos, têm construído debates pela diversidade sexual e de gênero e o desenvolvimento intercultural”, propõe e analisa o pesquisador Prof. Me. Alex Francisco, da Universidade Guarulhos e membro da Academia Guarulhense de Letras.

Narrativas indígenas: um caminho decolonial para compreender a memória e informação, por Juliana Okawati

“Em contraste com as narrativas coloniais já bem conhecidas e problematizadas, os recursos educacionais elaborados pelos próprios professores indígenas revelam histórias e memórias silenciadas. Nos mostram que há outras formas possíveis de ensinar e aprender, trazendo à tona um rico potencial de informação, saberes e conhecimentos que se estabelecem em relação com a natureza e outros seres”, destaca a pesquisadora Me. Juliana Okawati, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Acesso aberto diamante em pauta, por André Appel

“O acesso aberto diamante compreende a publicação de periódicos científicos sem a cobrança de quaisquer taxas ou assinaturas, seja de leitores ou de autores. Dessa forma, envolve periódicos que, em geral, são mantidos com recursos e mão de obra institucionais, além de apoio financeiro derivado de variadas fontes.”, explica o Prof. Dr. André Luiz Appel, da Universidade Federal de Rondônia.

Mediação da Informação e da Leitura: uma análise do livro: O Diário de Anne Frank, por Alessandra Oliveira, Jetur Castro e Oswaldo Francisco de Almeida Júnior

“Para os bibliotecários, o Diário de Anne Frank é um recurso essencial para propor diálogos reflexivos sobre essas questões. Ele permite trabalhar conceitos como liberdade suprimida e direitos humanos, proporcionando uma leitura didática e acessível, especialmente para jovens.”, comentam os pesquisadores da Universidade Estadual Paulista

Conhecendo a obra: Competência em informação na Educação Profissional e Tecnológica, por Carlos Robson Souza

“[…] destaca-se a nossa proposta de modelo de organização de programas de Competência em Informação. Nele, o livro culmina, e a partir dele busca-se dar uma resposta à pergunta: “Qual é o papel da biblioteca na formação integral dos estudantes no contexto da Educação Profissional e Tecnológica?” aborda a pesquisador e bibliotecário Ms. Carlos Robson Souza, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará.

O sistema Braille e alfabetização de pessoas com deficiência visual, por Rafael Batista dos Santos e Francisca Rosaline Leite

“Explorar o mundo do Braille foi uma experiência enriquecedora e edificante. Este sistema não apenas abre portas para a alfabetização e comunicação de pessoas com deficiência, mas também inspira mudanças significativas sobre a percepção contemporânea sobre eficiência e sobre acessibilidade.” comentam os pesquisadores Rafael Batista dos Santos e Profa. Dra. Francisca Rosaline Leite da Universidade Federal de Alagoas.

Ações educativas do Museu Nacional, da fundação ao início do século XX, por Paulo Sily

“No estudo realizado foi possível identificar o Museu Nacional, desde sua criação, como instituição dedicada à pesquisa, interessada na divulgação de conhecimentos por ela produzidos, por meio de um conjunto de ações educativas promovidas de forma contínua, sob a forma de cursos, palestras e conferências abertas ao público interessado”, apresenta o historiador Prof. Dr. Paulo Rogério Marques Sily, que dedicou uma vida ao Colégio Pedro II.

Vulnerabilidade informacional nas pessoas em situação de rua, por Daniela Spudeit

“A sociedade pode pensar que seja um desafio atuar com pessoas em situação de rua, muitos têm preconceitos, receios, medos, inseguranças, etc. No entanto, são pessoas acolhedoras e só querem isso: serem acolhidas, serem ouvidas, terem voz, terem oportunidades para mudança de vida.”, recorda a pesquisadora Profa. Dra. Daniela Fernanda Assis de Oliveira Spudeit, da Universidade do Estado de Santa Catarina.

As bibliotecas públicas como lugares de memória e sociabilidade, por Maurício Costa, Bruno Luce e Maria Cleide Bernardino

“Defendemos a importância que as bibliotecas públicas, em especial a Biblioteca Pública Benedito Leite, têm ao se tornarem lugares de encontros, diálogos e convívio, portanto um lugar de memória, ao passo em que esta assume uma dupla responsabilidade, memorial e histórica, atuando como território de comunicação, transmissão cultural, mediação sociocultural e fomentadora de práticas rememorativas”, apresentam os pesquisadores Maurício Costa, Bruno Luce e Maria Cleide Bernardino, da Universidade Federal da Paraíba.

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