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Conheça a obra: “Horizontes Convergentes: pesquisas interdisciplinares em informação”, por Ana Paula Santos e Fabiana Pinto

“O novo é sempre um desafio. E para nós, organizadoras, a construção desta obra foi um desafio estimulante a novas aventuras. Saímos da teoria e colocamos em prática a organização de um livro construído por muitas mãos. Acreditamos que o aprendizado é coletivo, tanto para nós organizadoras, quanto para os autores que colaboraram com o livro”, argumentam as pesquisadoras Ma. Ana Paula Lima dos Santos e Dra. Fabiana de Melo Amaral Gonçalves Pinto da Universidade Federal Fluminense

Biblioteconomia Indígena: saberes da terra, encantos da vida, por Vinícios Menezes

“Diferente da biblioteconomia tecnicista, humanista ou tecno-humanista do Ocidente, a biblioteconomia indígena é uma biblioteconomia terrana, profundamente conectada e tecida em alianças com os diferentes seres que coabitam e partilham suas existências com as teias dos múltiplos povos. (…) A terra é a biblioteca indígena. O corpo, seu modo de informar-se.” apresenta o pesquisador Prof. Dr. Vinícios Souza de Menezes, da Universidade Federal de Sergipe.

Guia de Fontes de Informação em Povos Originários e Indígenas, por Angerlânia Rezende e parceiros

“Nessa pesquisa a principal descoberta, dentro desse conjunto de fontes especializadas em informação indígena, foi a contribuição dessas fontes na forma de comunicar o conhecimento e as produções dos povos indígenas, e/ou sobre eles, ampliando a sua visibilidade, mitigando as barreiras de exclusão e esquecimento desses grupos sociais.” indicam o grupo de pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Minas Gerais.

Conheça a obra: A Biblioteconomia sob olhar biográfico: abordagens sobre autores internacionais e nacionais, por Jonathas Carvalho e Izabel Santos

“A obra foi estruturada em 16 capítulos, sendo 1 capítulo que anuncia a obra; 9 capítulos para autorias internacionais: Gabriel Naudé, Charles Ammi Cutter, Melvil Dewey, Ranganathan, Pierce Butler, Bliss, Jesse Shera, Lancaster, e Nitecki; e 6 capítulos para autorias nacionais: representantes da Biblioteca Nacional, Rubens Borba de Moraes, Manuel Bastos Tigre, Lydia de Queiroz Sambaquy, Laura Garcia Moreno Russo e Edson Nery da Fonseca”, recordam o Prof. Dr. Jonathas Silva e a Bib. Me. Izabel Santos.

Conheça a obra: Arquivamento da Web e Preservação Digital, por Moisés Rockembach e Caterina Groposo Pavão

“Este livro é um recurso essencial para profissionais que trabalham com arquivos da web, pesquisadores, historiadores, e o público em geral interessado na preservação do patrimônio digital. A obra contribui significativamente para o desenvolvimento da área de arquivamento da web e preservação digital no Brasil, a fim de promover a conscientização sobre a importância de salvaguardar a memória da internet para as futuras gerações”, destacam os pesquisadores Prof. Dr. Moisés Rockembach e Profa. Dra. Caterina Pavão.

Conheça a obra: A voz e a vez das mulheres, por Carla Viola

“Qual o assunto sobre as mulheres está em evidência na Câmara dos Deputados? Qual a temática que predomina na abordagem das iniciativas parlamentares sobre as mulheres? Como foi o acesso das mulheres na Câmara dos Deputados como Deputadas? E o Brasil, como está nas pesquisas globais sobre os indicadores de acesso e transparência da informação? Eram muitas perguntas que construíram minha motivação e escrita.” apresenta a pesquisadora Dra. Carla Maria Martellote Viola.

Identidade negra e mediações da informação étnico-racial em blogs de funk, por Jobson Francisco da Silva Júnior

“[…] o funk e a informação musical podem através do lazer e do divertimento ser subsídio para a construção de uma identidade negra ativa na luta contra o racismo, que denuncia uma clico vicioso de exclusão ao qual a população negra é sujeitada no Brasil, principalmente através de padrões estéticos.” propõe o Prof. Dr. Jobson Junior, atualmente na Universidade Estadual da Paraíba.

Os Quadrinhos da Turma da Mônica como fonte de informação social, por Keitty Vieira

“No mês de Janeiro comemora-se o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, uma literatura que geralmente remete os adultos à infância, às bancas de jornais, aos caixas de supermercados.. É incrível como simples diálogos e ilustrações muito próximas da nossa realidade do dia a dia são capazes de fazer as pessoas se alegrarem, refletir, informar e se deliciar com uma leitura leve.” pontua a Profa. Dra. Keitty Vieira da Universidade Federal de Santa Catarina.

Conheça a obra “Doma: saberes negros e enfrentamento ao racismo”, organizado por Cleyde Rodrigues Amorim e Vagner Gonçalves da Silva

“Doma: Saberes Negros e Enfrentamento ao Racismo” reúne os trabalhos desenvolvidos pelas/os pesquisadoras/es participantes do curso ‘Tópicos de Antropologia das Populações Afro-brasileiras: Discussões sobre identidades raciais, educação e povos tradicionais de matriz africana’, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo”, comentam os pesquisadores Dra. Cleyde Rodrigues Amorim e Dr. Vagner Gonçalves da Silva.

Literatura antirracista para a primeira infância – a literatura como instrumento afetivo-pedagógico, por Cintia Santos e Marcel Santos

“A literatura, como instrumento afetivo-pedagógico tem o poder de auxiliar a sociedade na compreensão de um mundo respeitoso e plural, esse é também nosso desejo, que nossas crianças, acima de tudo já na primeira infância, tenham acesso à literatura antirracista, sobretudo, a escrita por pessoas negras!”, apresentam o casal de pesquisadores, bibliotecários e escritores de literatura infantil, Dra. Cintia Santos e Dr. Marcel Santos.

A política de acervo da Biblioteca da Fundação Palmares: desdobramentos para a preservação da cultura afro brasileira, por Henrique Araújo

A Fundação Cultural Palmares tem como missão fortalecer os preceitos constitucionais de cidadania, identidade, ação e memória dos segmentos étnicos que compõem a sociedade brasileira, bem como fomentar o acesso à cultura e a preservação das manifestações afro-brasileiras e o Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra”, explica o bibliotecário Henrique Bezerra de Araújo.

Como é estudar Ciência da informação em Porto Rico?relato de um curso de mestrado, por Cláudia Souza

“Quando escutamos falar sobre o Caribe, a primeira imagem que automaticamente nos vem à cabeça é a de uma região paradisíaca, com ilhas impressionantes, praias de areia branca e o mar azul turquesa. Não é?! Mas você sabia que lá também é possível estudar um curso de mestrado em Ciência da informação?”, convida a Profa. Dra. Cláudia Souza, professora do mestrado em Ciência da Informação da Universidad de Porto Rico.

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