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De menina a cientista, um caminho possível e apaixonante, por Elizete Vieira Vitorino

“E é bom reforçar para as meninas e mulheres: Sim, eu fui a primeira colocada em concurso para professor permanente, 40 horas, dedicação exclusiva e que dispunha somente de uma vaga: para o Curso de Biblioteconomia da UFSC. Desde a posse, em janeiro de 2006, sinto que a trajetória de menina deu certo, sim!”, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Elizete Vieira Vitorino, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Divulgação científica e desconexão com a sociedade, por Maria Giovanna Guedes Farias

“Divulgar a ciência para a sociedade se constitui em um movimento cunhado na responsabilidade social e no dever ético, que mantém fortalecida a confiança nas instituições de ensino e pesquisa, assim como nos pesquisadores. “, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Maria Giovanna Guedes Farias, da Universidade Federal do Ceará e coordenadora da plataforma de divulgação científica “ObservaUFC – Observatório Científico da Universidade Federal do Ceará”

Desafio à memória: uma trajetória de formação e experiência, por Leilah Santiago Bufrem

“Além do repensar sobre minha trajetória de vida no ensino e na pesquisa, este texto inclui experiências, perspectivas e preocupações de estudo, com ênfase na atuação na CI, impedindo-me de pensar isoladamente, embora o pensar no coletivo requeira o reconhecimento do que somos, do que podemos, propomos e conquistamos”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Leilah Santiago Bufrem, da Universidade Federal do Paraná.

Onde Ciência Aberta e Justiça Informacional se encontram: caminhos para inovar com impacto social, por Priscila Sena

“Discutir Ciência Aberta e Justiça Informacional também implica reconhecer que mulheres, especialmente mulheres negras e periféricas, enfrentam barreiras adicionais no acesso à informação científica e às infraestruturas de pesquisa. A sub-representação em sistemas de informação e a invisibilidade de determinadas produções reforçam desigualdades epistêmicas que ainda precisam ser enfrentadas”, aponta a pesquisadora Profa. Dra. Priscila Sena, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Intolerância religiosa, informação e discurso: silenciamentos e disputas de sentido, por Herta Soeiro

“O combate à intolerância religiosa (…) trata-se de construir um ambiente social em que tradições historicamente silenciadas possam significar sem medo de serem interrompidas pela violência, e que a pluralidade religiosa brasileira não seja apenas reconhecida, mas sustentada por práticas institucionais, jurídicas e educativas capazes de garantir sua continuidade.” indica a bibliotecária e pesquisadora dos estudos linguísticos Herta Soeiro, da Universidade Federal do Paraná.

O que aprendi com as representações de um jornal e de uma comunidade sobre o Semiárido, por Ismael Mendonça

“A perspectiva aqui alinhavada deriva das conclusões da tese “Peleja da informação com a leitura: um jornal, uma comunidade rural e suas representações sociais sobre o Semiárido cearense” (Mendonça, 2024), que defendi no Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais.” indica o pesquisador Prof. Dr. Ismael Mendonça, do grupo de pesquisa Cultura e Mediação Cultural da Universidade Federal do Ceará.

O percurso de uma docente em construção, por Jéssica Bedin

“Ao revisitar minha trajetória, compreendo que a docência e a atuação em unidades de informação são, sobretudo, formas de cuidado com as pessoas e com os saberes que elas produzem. A universidade transformou a minha vida e, por isso, sigo acreditando no seu potencial de impactar outras histórias.” recorda a pesquisadora Profa. Dra. Jéssica Bedin, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Informação em Comunidades Religiosas: a gênese de um grupo de pesquisa, por Márcia Figueiredo

“(…) o aspecto religioso e a relação com a fé nas pesquisas da Biblioteconomia e na Ciência da Informação (BCI) é recente. A temática não é fácil de abordar, porque envolve questões pessoais e afetivas, e a discussão deve ter cuidado para que o sagrado seja respeitado.” indica a pesquisadora Profa. Dra. Márcia Feijão de Figueiredo da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Biblioteconomia em mim, por Renan Ramos

“(…) senti que o aprendizado em sala de aula não era suficiente para a atuação; era necessário se aperfeiçoar continuamente. Com isso, houve um amadurecimento profissional: os aprendizados de gestão e o relacionamento com os usuários da biblioteca universitária contribuíram muito para o meu ser profissional.” comenta o bibliotecário Prof. Dr. Renan Ramos, da Biblioteca Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Biblioteca e educação: relações históricas inquietantes, por Carmem Lucia Batista

“Após investigações, concluí que Biblioteca e Educação foram influenciadas por estudos teológicos e pedagógicos, além de terem sido impactadas pelos principais interesses científicos e filosóficos da época, como a Botânica, o universalismo e o enciclopedismo.” pondera a Profa. Dra. Carmem Lúcia Batista, professora da graduação e especialização do Centro Universitário Assunção e pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Biblioeducação (GPEB) da Universidade de São Paulo.

O tráfico de pessoas como objeto de uma pesquisa no campo da Ciência da Informação, por Dayanne da Silva Prudencio

“Ao se engajarem em iniciativas que enfrentam uma das mais graves violações à dignidade humana, as bibliotecas ampliam sua responsabilidade social, contribuem para reduzir vulnerabilidades informacionais e geram impactos concretos na construção de uma sociedade mais justa. ” indica a pesquisadora Profa. Dra. Dayanne Prudencio, do Departamento de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Catalogador crítico: o que pode significar isso?, por Filipe Reis

“Na contemporaneidade, a catalogação demanda um profissional crítico, capaz de reconhecer a diversidade de saberes e práticas informacionais, incorporar as transformações tecnológicas e adotar uma postura ética frente à representação equitativa dos documentos.” propõe o pesquisador Prof. Dr. Filipe Reis, da Faculdade de Informação e Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Goiás.

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