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Povos tradicionais, saúde indígena na amazônia acreana e combate às peças de desinformação, por Francisco Aquinei Timóteo Queirós

“(…) para o entendimento de como a desinformação afeta os povos originários, levamos em consideração os aspectos relacionados ao cotidiano, às redes familiares e aos fatores psíquicos, cognitivos, sociais e emocionais da realidade dos povos indígenas com os quais estabelecemos diálogo.”, pondera o Prof. Dr. Francisco Aquinei Timóteo Queirós, da Universidade Federal do Acre, em pós-doutoramento na Universidade Federal de Rondônia.

A biblioteca escolar e seu não-lugar, por Gabriela Pedrão

“Todas as bibliotecas são importantes, mas a escolar está na fase de formação do indivíduo, em um dos momentos mais importantes da vida, de desenvolvimento e de aprendizado. Especialmente quando falamos em contextos periféricos, em que as bibliotecas não são uma realidade, a BE pode ser a única oportunidade de um jovem frequentar esse espaço com assiduidade.” destaca a bibliotecária e pesquisadora Profa. Dra. Gabriela Pedrão, do Centro Universitário Claretiano.

Muito além das estantes: cultura, propósito e a construção de uma carreira na Biblioteconomia, por Paola Nascimento

“Para profissionais que desejam atuar com projetos incentivados, especialmente por meio da Lei Rouanet, acredito que o primeiro passo é compreender como essa ferramenta pode beneficiar sua instituição. A Lei permite a captação de recursos para projetos como construção e preservação de equipamentos culturais, além da aquisição e digitalização de acervos.”, recomenda a bibliotecária e pesquisadora Me. Paola Thais Oliveira do Nascimento Vieira, da INCENTIVE.

OBiblioteco: o diferente que deu certo, por Rafael Silva

“A aposta do perfil é humanizar o profissional e as situações de seu cotidiano, não apenas reforçando o que ele não é “a senhorinha de óculos e coque”, mas, sobretudo, mostrando, muitas vezes de forma cômica ou irônica, quem ele é, o que sente, suas frustrações, tristezas, alegrias e expectativas.” comenta o bibliotecário Rafael Antonio da Silva, criador do perfil no Instagram @OBiblioteco.

Resgatando a história da Biblioteconomia brasileira, por Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos

“Espera-se que o DHB possa contribuir para um maior conhecimento das dificuldades e sucessos da Biblioteconomia no contexto brasileiro e que, ao mesmo tempo, possa estimular a produção de textos ligados à história das nossas bibliotecas, dos nossos bibliotecários e dos aspectos relacionados à leitura e dos usuários.” concluem os pesquisadores Murilo Bastos da Cunha e Gildenir Carolino Santos, autores do “Dicionário histórico da Biblioteconomia”.

Entre afetos e conceitos: uma história em formação, por Bernardina Freire

“Para fechar este exercício de “escrita de si”, digo que minha trajetória foi tecida com as mãos do trabalho e do sonho. Ao longo da carreira, mas antes dela, da própria vida, fui babá, manicure, vendedora de doces e bolos, reinventando a sobrevivência a cada dia”, descreve a pesquisadora Profa. Dra. Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, da Universidade Federal da Paraíba.

De menina a cientista, um caminho possível e apaixonante, por Elizete Vieira Vitorino

“E é bom reforçar para as meninas e mulheres: Sim, eu fui a primeira colocada em concurso para professor permanente, 40 horas, dedicação exclusiva e que dispunha somente de uma vaga: para o Curso de Biblioteconomia da UFSC. Desde a posse, em janeiro de 2006, sinto que a trajetória de menina deu certo, sim!”, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Elizete Vieira Vitorino, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Divulgação científica e desconexão com a sociedade, por Maria Giovanna Guedes Farias

“Divulgar a ciência para a sociedade se constitui em um movimento cunhado na responsabilidade social e no dever ético, que mantém fortalecida a confiança nas instituições de ensino e pesquisa, assim como nos pesquisadores. “, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Maria Giovanna Guedes Farias, da Universidade Federal do Ceará e coordenadora da plataforma de divulgação científica “ObservaUFC – Observatório Científico da Universidade Federal do Ceará”

Desafio à memória: uma trajetória de formação e experiência, por Leilah Santiago Bufrem

“Além do repensar sobre minha trajetória de vida no ensino e na pesquisa, este texto inclui experiências, perspectivas e preocupações de estudo, com ênfase na atuação na CI, impedindo-me de pensar isoladamente, embora o pensar no coletivo requeira o reconhecimento do que somos, do que podemos, propomos e conquistamos”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Leilah Santiago Bufrem, da Universidade Federal do Paraná.

Onde Ciência Aberta e Justiça Informacional se encontram: caminhos para inovar com impacto social, por Priscila Sena

“Discutir Ciência Aberta e Justiça Informacional também implica reconhecer que mulheres, especialmente mulheres negras e periféricas, enfrentam barreiras adicionais no acesso à informação científica e às infraestruturas de pesquisa. A sub-representação em sistemas de informação e a invisibilidade de determinadas produções reforçam desigualdades epistêmicas que ainda precisam ser enfrentadas”, aponta a pesquisadora Profa. Dra. Priscila Sena, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Intolerância religiosa, informação e discurso: silenciamentos e disputas de sentido, por Herta Soeiro

“O combate à intolerância religiosa (…) trata-se de construir um ambiente social em que tradições historicamente silenciadas possam significar sem medo de serem interrompidas pela violência, e que a pluralidade religiosa brasileira não seja apenas reconhecida, mas sustentada por práticas institucionais, jurídicas e educativas capazes de garantir sua continuidade.” indica a bibliotecária e pesquisadora dos estudos linguísticos Herta Soeiro, da Universidade Federal do Paraná.

O que aprendi com as representações de um jornal e de uma comunidade sobre o Semiárido, por Ismael Mendonça

“A perspectiva aqui alinhavada deriva das conclusões da tese “Peleja da informação com a leitura: um jornal, uma comunidade rural e suas representações sociais sobre o Semiárido cearense” (Mendonça, 2024), que defendi no Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais.” indica o pesquisador Prof. Dr. Ismael Mendonça, do grupo de pesquisa Cultura e Mediação Cultural da Universidade Federal do Ceará.

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