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Biblioteca e educação: relações históricas inquietantes, por Carmem Lucia Batista

“Após investigações, concluí que Biblioteca e Educação foram influenciadas por estudos teológicos e pedagógicos, além de terem sido impactadas pelos principais interesses científicos e filosóficos da época, como a Botânica, o universalismo e o enciclopedismo.” pondera a Profa. Dra. Carmem Lúcia Batista, professora da graduação e especialização do Centro Universitário Assunção e pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Biblioeducação (GPEB) da Universidade de São Paulo.

O tráfico de pessoas como objeto de uma pesquisa no campo da Ciência da Informação, por Dayanne da Silva Prudencio

“Ao se engajarem em iniciativas que enfrentam uma das mais graves violações à dignidade humana, as bibliotecas ampliam sua responsabilidade social, contribuem para reduzir vulnerabilidades informacionais e geram impactos concretos na construção de uma sociedade mais justa. ” indica a pesquisadora Profa. Dra. Dayanne Prudencio, do Departamento de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Catalogador crítico: o que pode significar isso?, por Filipe Reis

“Na contemporaneidade, a catalogação demanda um profissional crítico, capaz de reconhecer a diversidade de saberes e práticas informacionais, incorporar as transformações tecnológicas e adotar uma postura ética frente à representação equitativa dos documentos.” propõe o pesquisador Prof. Dr. Filipe Reis, da Faculdade de Informação e Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Goiás.

Breves considerações sobre a Política Nacional do Livro e da Leitura, por Hamilton Vieira de Oliveira

“O livro e a leitura materializam e simbolizam uma causa humana fundamental, mas não avançaremos nela ignorando interesses comerciais sob pena de atrairmos um entrave a mais na implementação de políticas públicas de interesse social, o que se torna particularmente grave nas áreas da educação e da cultura, que já possuem opositores de sobra.” afirma o pesquisador Prof. Dr. Hamilton Oliveira, da Universidade Federal do Pará.

De São Luís do Maranhão para o IBICT: trajetória de uma bibliotecária, por Clara Duarte

“A mudança para Brasília tem sido desafiadora, mas acredito que a vida é feita de ciclos, e cada fase traz oportunidades de crescimento. A cada início tem sido um aprendizado, não só profissional, mas também pessoal. Está sendo uma experiência incrível trabalhar no Ibict e contribuir para a ciência do país”, destaca a tecnologista-bibliotecária Clara Duarte Coelho do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Representatividade, informação e justiça sócio-racial em ambientes informacionais, por Dávila Feitosa

“O conceito de justiça social, definido como a chance e oportunidade para cada pessoa aproveitar sua vida plenamente, é o ponto de partida para pensar em soluções. No campo da Biblioteconomia e Ciência da Informação (BCI), a justiça social deve ir além da mera distribuição “, pondera a pesquisadora e bibliotecária Dra. Dávila Maria Feitosa da Silva, da Universidade de Pernambuco.

Bibliotecas públicas e comunitárias como espaços de inclusão social, por Luis Cláudio Borges

“(…) as bibliotecas públicas e comunitárias reafirmam também o princípio de que a informação é um bem comum, portanto, um direito de todos. Fortalecer essas instituições significa investir em um projeto democrático de sociedade, no qual cada pessoa tenha a oportunidade de se tornar leitora, autora e protagonista da própria história” conclui o pesquisador e bibliotecário Dr. Luis Cláudio Borges, da Universidade Federal de Rondônia.

Da Informação ao Cuidado: uma trajetória na Ciência da Informação e na Saúde, por Martins Neto

“A maturidade profissional trouxe também um senso de responsabilidade social. Refletindo sobre a equidade racial e indígena na saúde, criei dois projetos de grande impacto, voltados à população negra e indígena, com foco em prevenção do câncer e saúde digital”, indica o pesquisador e bibliotecário Dr. Martins Fidelis Neto, Coordenador de projetos no Instituto Nacional de Câncer e Coordenador do Grupo de Pesquisa GEISATEC.

Pobreza em informação e violência doméstica: um olhar a partir de Elfreda Chatman, por Natália Nascimento

“Elfreda Chatman observou que existem grupos sociais que, por diversos motivos, não buscam as informações de que precisam, seja por medo, vergonha, falta de acesso ou por acreditarem que não têm direito a esse conhecimento. Ela chama isso de “pobreza em informação”, um conceito que vai além da simples ausência de informação ou conhecimento”, explica a bibliotecária e mestra Natália Francisca Nascimento da Silva, da Universidade Federal de Pernambuco.

Tradição Oral na Era dos Algoritmos: das margens aos feeds, por Edgardo Civallero

“A tradição oral está agora entrelaçada a etiquetas de metadados, políticas de moderação de conteúdo e critérios de visibilidade algorítmica. Os desafios são novos — incluindo questões de propriedade, consentimento e risco de descontextualização -, mas a dinâmica central é familiar: o conhecimento vivendo nas vozes, moldado no diálogo e adaptado a ambientes em constante mudança”, comenta o Edgardo Civallero, Diretor da Biblioteca do Smithsonian Tropical Research Institute (Panamá).

Leitura como ninho de afeto, por Helder Guastti

“Com o passar do tempo, enquanto me reconhecia e desenvolvia enquanto educador, passei a compreender ainda mais que escolher um livro para partilhar vai muito além do ato de oferecer uma narrativa: é criar um abrigo onde memórias, sonhos e perguntas podem pousar. É uma forma de dizer: “aqui você pode descansar, imaginar, ser escutado””, pondera o professor Helder Guastti, eleito o Educador do Ano pelo Prêmio Educador Nota 10.

Qual repositório de dados escolher para compartilhar seus dados de pesquisa?, por Lucas George Wendt

“A disponibilização de dados de pesquisa em repositórios digitais tornou-se prática crescente na ciência contemporânea, alinhada aos princípios da Ciência Aberta, aspecto progressivamente considerado em diferentes etapas da prática científica. Nesse cenário, plataformas como Zenodo, Figshare, Mendeley Data e Harvard Dataverse estão entre as soluções mais empregadas para atender esta demanda (…).”, apresenta o bibliotecário Lucas Wendt, assessor de imprensa na Universidade do Vale do Taquari.

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