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Como transformar memórias em fontes de informação?: uma apresentação do repositório Museologia na UFRGS, por Ana Carolina Gelmini de Faria e Marlise Giovanaz

“O repositório digital é um convite a refletir sobre a importância da formação em Museologia na contemporaneidade: tem exposições, podcasts, trabalhos de conclusão de curso, dissertações, entrevistas, depoimentos… é uma vastidão de possibilidades.” recordam as pesquisadoras Profa. Dra. Ana Carolina Gelmini de Faria e Ma. Marlise Giovanaz, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O jogo Afromemória como ferramenta educacional para inserção da leitura de obras escritas por intelectuais negros, por Magna Oliveira

“[…] é necessário descolonizar através de uma perspectiva negra brasileira e para isso o projeto Iranti ́- ser África, Iranti que em Iorubá significa “memória”, propõe através do lúdico e de nossas produções, sejam científicas ou literárias, uma ferramenta pedagógica que trará conhecimentos outros para a educação no Brasil.” aborda a pesquisadora e comunicóloga Magna Oliveira, da Universidade Federal de Minas Gerais e criadora do jogo Afromemória.

Implementação de uma Biblioteca Indígena em Santarém (PA): relato de experiência, por Eliana Brasil

“O nome dado à biblioteca foi escolhido pelos comunitários da Aldeia que indicaram o nome de Dona Acendina Lina de Melo, que foi uma das primeiras pessoas a chegar na localidade, constituindo uma grande família e sendo liderança muito forte na Aldeia São Francisco.” relata a bibliotecária e pesquisadora Eliana Amoedo de Souza Brasil, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará.

GPTs Pós*BR: a Inteligência Artificial na Pesquisa em Teses e Dissertações, por João Alberto de Oliveira Lima

“Com um acervo de mais de 1,4 milhão de produções acadêmicas, a base de dados da Capes foi a fonte primária para a criação de 100 GPTs, conforme a seguir: 91 GPTs especializados em cada área do conhecimento; 8 GPTs que abrangem as grandes áreas do conhecimento e 1 GPT que considera todas as áreas.” conheça do trabalho do Dr. João Lima, Analista de Informática Legislativa no Senado Federal.

ECOAR: um buscador de artigos científicos de acesso aberto com mais de dois milhões de artigos, por Jordan Paulesky Juliani

“Sim, existem muitas bases de dados que reúnem milhões de artigos. Muitos projetos com milhares de dólares envolvidos. Entretanto, o ECOAR possui a única base de dados indexada pelo Qualis CAPES, um projeto genuinamente brasileiro, de um desenvolvedor só, e sem contar com recursos externos” do Prof. Dr. Jordan Juliani do Programa de Pós-graduação em Gestão da Informação da Universidade do Estado de Santa Catarina.

O desenvolvimento do ScraperCI: uma aplicação online para extração de dados na Web, por Helton Luiz dos Santos Graciano e Rogério Aparecido Sá Ramalho

“Apesar das limitações do protótipo, a utilização de Web scrapers favorece a automatização dos processos de coleta de dados, trazendo benefícios como obtenção rápida e eficiente de grandes volumes de informações, flexibilidade na escolha dos dados a serem coletados, customização dos métodos de busca, redução de erros em comparação à coleta manual […]” apontam os pesquisadores Helton Graciano e Rogério Ramalho, da Universidade Federal de São Carlos.

Indicadores ambientais para a qualificação da conservação dos acervos do Museu de Astronomia e Ciências Afins, por José Luis Gonçalves Zacarias Junior, Guadalupe do Nascimento Campos e Antonio Carlos dos Santos Oliveira

“Espera-se que esse sistema possibilite o profissional que atua com a preservação de acervo e/ou técnico responsável pela salvaguarda do acervo um monitoramento mais eficaz e acessível “, apresentam os pesquisadores da Universidade do Federal do Estado do Rio de Janeiro e Museu de Astronomia e Ciências Afins.

Inovação: Conheça o “Guia para desenvolvimento de políticas institucionais de acessibilidade e inclusão das pessoas com deficiência nas Universidades Públicas Federais”, por Bárbara Larissa Alexandre Filgueira Mota

“[…] acredito que este guia chegando às mãos de gestores(as) da administração pública, tem o potencial de agregar e possibilitar a eles(as) adquirirem informações e conhecimento acerca de um tema sempre relevante […]”, pondera a pesquisadora Bárbara Larissa Alexandre Filgueira Mota, que atua na Universidade Federal do Cariri.

Inovação: A contribuição do escritório de comunicação científica nas bibliotecas universitárias brasileiras para o apoio ao pesquisador, por Eduardo Graziosi Silva

“[…] a implementação de um escritório de comunicação científica nas bibliotecas universitárias brasileiras pode ser um passo importante não apenas para melhorar a visibilidade das pesquisas de uma instituição, mas também promover a necessária scholarly literacy dos pesquisadores”, afirma o bibliotecário e pesquisador Eduardo Graziosi Silva, da Universidade de São Paulo.

Entrevista com Camila Cassiavilani e sua pesquisa sobre o fomento ao empreendedorismo nas bibliotecas universitárias

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Camila Cassiavilani, Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Federal de São Carlos. Em seu mestrado, Camila propôs e implementou um espaço de fomento ao empreendedorismo e a inovação na biblioteca universitária, a Starteca. Na entrevista, conheça um pouco sobre a construção da dissertação, a pesquisa ação, os desafios e recomendações da pesquisadora.

Conheça a obra “Profissionais da informação no contexto de inovações tecnológicas” organizado por Priscila Sena e Maralyza Pinheiro

“Profissionais da informação no contexto de inovações tecnológicas é uma obra que nasceu do anseio de disseminar para as áreas de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciência da Informação e correlatas, práticas e possibilidades de atuação em ambientes tecnológicos, com vistas a promover o empoderamento e protagonismo profissional”, aponta a Profa. Dra. Priscila Sena, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Inovação: Conheça o “Trilhou”, um projeto educacional gamificado com Maria Livrão para ensinar as crianças a pesquisar brincando!, por France Mabel e Janaína Fialho

“O Jogo Educativo Trilhou propõe auxiliar os mediadores (professores e bibliotecários) na prática da pesquisa escolar de forma gamificada. A pretensão é ensinar os alunos do Ensino Fundamental I a trabalharem com a busca e o uso da informação através de um recurso criativo” indicam as pesquisadoras France Mabel e Janaína Fialho, sua orientadora da Universidade Federal de Sergipe.

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