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Entre pesquisas e acervos: trajetória e formação, por Carmem Lúcia Batista

“Por fim, minha própria experiência sinaliza a falta de valorização da memória e a ausência de uma cultura bibliotecária em nosso país. A carência de políticas públicas consistentes na área da cultura e da informação apresenta dificuldades à biblioteca a se consolidar como dispositivo cultural autônomo e objeto cultural de memória relevante nos processos de formação.”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Carmem Lúcia Batista, do Centro Universitário Assunção.

Biblioteconomia educativa na UFMA: a formação do bibliotecário educador e a extensão universitária como práxis de transformação social, por Leoneide Martins

“A Biblioteconomia Educativa consolida-se como o ramo da Ciência da Informação focado em transformar a biblioteca em um centro de aprendizagem ativa e dispositivo pedagógico essencial. Ela rompe com o paradigma tradicional focado no “objeto e na custódia” do acervo (…) e migra decisivamente para o foco no “sujeito e na mediação”.”, relata a Profa. Dra. Leoneide Maria Brito Martins, da Universidade Federal do Maranhão.

O fenômeno produtivismo acadêmico como agenda de pesquisa: descobertas, reflexões e perspectivas, por Luciana Ferreira da Costa

“A paixão pelo universo dos museus tem raízes na minha infância e adolescência no Rio de Janeiro, cidade onde nasci e formei tantas memórias e olhar curioso nestes espaços, graças aos incontáveis passeios familiares aos museus, sobretudo, ao Museu Nacional e, também, os passeios escolares que despertaram em mim o encantamento pela instituição museu (…)”, recorda a Prof. Dra. Luciana Ferreira da Costa, da Universidade Federal da Paraíba.

Entre bibliotecas, informação e inteligência artificial: minha trajetória na organização da informação e do conhecimento, por Cibele Santos

“As bibliotecas tornaram-se cada vez mais digitais, novas tecnologias surgiram e a inteligência artificial passou a fazer parte do nosso cotidiano. No entanto, a questão que orienta meu trabalho continua sendo a mesma: como organizar a informação para que ela possa ser encontrada, compreendida e utilizada pelas pessoas?”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Cibele Araújo C. M. Santos, da Universidade de São Paulo.

Editorial: Biobibliografia, por Maria Nélida Gonzalez

“De minha parte, sigo achando Habermas um pensador robusto, ainda que eurocêntrico, mas com um entendimento atualizado e que ia além das filosofias da linguagem. Ainda não reconstruí como ele lida ou lidaria com as relações entre a linguagem e as tecnologias digitais. Tarefa para realizar?”, relata a Profa. Dra. Nélida Gonzalez, pesquisadora aposentada do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Entre afetos e conceitos: uma história em formação, por Bernardina Freire

“Para fechar este exercício de “escrita de si”, digo que minha trajetória foi tecida com as mãos do trabalho e do sonho. Ao longo da carreira, mas antes dela, da própria vida, fui babá, manicure, vendedora de doces e bolos, reinventando a sobrevivência a cada dia”, descreve a pesquisadora Profa. Dra. Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, da Universidade Federal da Paraíba.

De menina a cientista, um caminho possível e apaixonante, por Elizete Vieira Vitorino

“E é bom reforçar para as meninas e mulheres: Sim, eu fui a primeira colocada em concurso para professor permanente, 40 horas, dedicação exclusiva e que dispunha somente de uma vaga: para o Curso de Biblioteconomia da UFSC. Desde a posse, em janeiro de 2006, sinto que a trajetória de menina deu certo, sim!”, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Elizete Vieira Vitorino, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Desafio à memória: uma trajetória de formação e experiência, por Leilah Santiago Bufrem

“Além do repensar sobre minha trajetória de vida no ensino e na pesquisa, este texto inclui experiências, perspectivas e preocupações de estudo, com ênfase na atuação na CI, impedindo-me de pensar isoladamente, embora o pensar no coletivo requeira o reconhecimento do que somos, do que podemos, propomos e conquistamos”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Leilah Santiago Bufrem, da Universidade Federal do Paraná.

O percurso de uma docente em construção, por Jéssica Bedin

“Ao revisitar minha trajetória, compreendo que a docência e a atuação em unidades de informação são, sobretudo, formas de cuidado com as pessoas e com os saberes que elas produzem. A universidade transformou a minha vida e, por isso, sigo acreditando no seu potencial de impactar outras histórias.” recorda a pesquisadora Profa. Dra. Jéssica Bedin, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Biblioteconomia em mim, por Renan Ramos

“(…) senti que o aprendizado em sala de aula não era suficiente para a atuação; era necessário se aperfeiçoar continuamente. Com isso, houve um amadurecimento profissional: os aprendizados de gestão e o relacionamento com os usuários da biblioteca universitária contribuíram muito para o meu ser profissional.” comenta o bibliotecário Prof. Dr. Renan Ramos, da Biblioteca Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Editorial: Escrevivências: escrever sobre o que vivo e viver o que escrevo, por Rosangela Hilário

“Tornar-me uma Mulher Preta, e fora dos padrões eurocentradas, não foi uma decisão que eu tenha tomado: fui percebendo que a despeito de minhas credenciais acadêmicas, condição social e saberes, minha cor sempre chegou antes de eu ter chance de usufruir as oportunidades”, apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Rosangela Hilário, Coordenadora da Comissão de Combate às Desigualdades da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

De São Luís do Maranhão para o IBICT: trajetória de uma bibliotecária, por Clara Duarte

“A mudança para Brasília tem sido desafiadora, mas acredito que a vida é feita de ciclos, e cada fase traz oportunidades de crescimento. A cada início tem sido um aprendizado, não só profissional, mas também pessoal. Está sendo uma experiência incrível trabalhar no Ibict e contribuir para a ciência do país”, destaca a tecnologista-bibliotecária Clara Duarte Coelho do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

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