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O percurso de uma docente em construção, por Jéssica Bedin

“Ao revisitar minha trajetória, compreendo que a docência e a atuação em unidades de informação são, sobretudo, formas de cuidado com as pessoas e com os saberes que elas produzem. A universidade transformou a minha vida e, por isso, sigo acreditando no seu potencial de impactar outras histórias.” recorda a pesquisadora Profa. Dra. Jéssica Bedin, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba.

Biblioteconomia em mim, por Renan Ramos

“(…) senti que o aprendizado em sala de aula não era suficiente para a atuação; era necessário se aperfeiçoar continuamente. Com isso, houve um amadurecimento profissional: os aprendizados de gestão e o relacionamento com os usuários da biblioteca universitária contribuíram muito para o meu ser profissional.” comenta o bibliotecário Prof. Dr. Renan Ramos, da Biblioteca Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Editorial: Escrevivências: escrever sobre o que vivo e viver o que escrevo, por Rosangela Hilário

“Tornar-me uma Mulher Preta, e fora dos padrões eurocentradas, não foi uma decisão que eu tenha tomado: fui percebendo que a despeito de minhas credenciais acadêmicas, condição social e saberes, minha cor sempre chegou antes de eu ter chance de usufruir as oportunidades”, apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Rosangela Hilário, Coordenadora da Comissão de Combate às Desigualdades da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

De São Luís do Maranhão para o IBICT: trajetória de uma bibliotecária, por Clara Duarte

“A mudança para Brasília tem sido desafiadora, mas acredito que a vida é feita de ciclos, e cada fase traz oportunidades de crescimento. A cada início tem sido um aprendizado, não só profissional, mas também pessoal. Está sendo uma experiência incrível trabalhar no Ibict e contribuir para a ciência do país”, destaca a tecnologista-bibliotecária Clara Duarte Coelho do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Da Informação ao Cuidado: uma trajetória na Ciência da Informação e na Saúde, por Martins Neto

“A maturidade profissional trouxe também um senso de responsabilidade social. Refletindo sobre a equidade racial e indígena na saúde, criei dois projetos de grande impacto, voltados à população negra e indígena, com foco em prevenção do câncer e saúde digital”, indica o pesquisador e bibliotecário Dr. Martins Fidelis Neto, Coordenador de projetos no Instituto Nacional de Câncer e Coordenador do Grupo de Pesquisa GEISATEC.

Ciência se faz com o coletivo, por Raquel do Rosário Santos

“Como mulher negra; filha de uma guerreira que nos criou sozinha – como muitas outras mulheres –; esposa; mãe; professora; pesquisadora; evangélica; egressa de escola pública; residente da periferia, entre outros marcadores que me atravessam, me tornam a pessoa singular e me liga a outros coletivos, produzo com eles as reflexões, indago o mundo, o questiono e desejo mudanças.” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Raquel do Rosário Santos, da Universidade Federal da Bahia.

Um caminhar da ciência – O tempo e a evolução das coisas, por Gleice Pereira

“A pesquisa em CI continua evoluindo para enfrentar os desafios da sociedade líquida, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias que promovam a gestão eficaz da informação, a ética no uso dos dados e a democratização do conhecimento na sociedade digital. Afinal, ‘Vivemos em tempos líquidos. Nada foi feito para durar.’ (Bauman, 2001).”, indica a pesquisadora Profa. Dra. Gleice Pereira, da Universidade Federal do Espírito Santo.

Percurso e pesquisas de uma jovem museóloga, por Sura Souza Carmo

“Ao longo de pouco mais de uma década de atuação como docente do magistério superior, minhas pesquisas têm buscado revelar diversos aspectos da importância da valorização do patrimônio afrodiaspórico brasileiro e discutir questões relacionadas à formação em Museologia e às técnicas do campo”, recorda a pesquisadora Profa. Dra. Sura Souza Carmo, do Departamento de Museologia da Universidade Federal de Sergipe.

Andanças que me levam não tem Sul nem Norte, por Avacir Silva

“Eu vim do Sul à procura de melhores condições de vida. Fui para o cerrado, de lá atravessei o Atlântico. Voltei para Norte, desci para o Centro Sul. Andei, andei, venci, voltei, aqui estou e se preciso for, de novo irei para onde o tempo, o vento e Deus me levarem”, relata a Profa. Dra. Avacir Gomes dos Santos Silva, da Universidade Federal de Rondônia.

Ao Pé da letra P, por Sueli Bortolin

“Pedro pede para pronunciar a preocupação que tenho na CI. Penso que é primordial a presteza de ações potentes dos profissionais da informação na peleja com a mediação de leitura. Por quê? Para que possamos propiciar às pessoas (grandes e pequenas) a possibilidade de se apropriar da informação desde o seu estado de protoinformação.”, prozeia a Profa. Dra. Sueli Bortolin, da Universidade Estadual de Londrina.

Editorial: Desbravando os territórios da Biblioteconomia, por Antonio Agenor Briquet de Lemos

“Chegamos a um ponto em que, como profissão, temos que nos voltar para oferecer à população, de uma forma que sempre busque a universalização do atendimento, e que vá do lado lúdico que o espaço da biblioteca tem a oferecer, até ao lado mais sisudo e acadêmico da informação especializada. Sem perder de vista que, para saber pesquisar, no território da ciência, inclusive da informação, será preciso saber fazer, no velho e eterno território das bibliotecas”, indica o Prof. Briquet de Lemos, lenda viva da Biblioteconomia brasileira.

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