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Inteligência Artificial e Arquivologia: transformações conceituais e desafios para os regimes contemporâneos de informação, por Charlley Luz

“Em um cenário no qual a produção de conhecimento é cada vez mais mediada por sistemas algorítmicos, garantir a inteligibilidade, a autenticidade e a preservação da informação torna-se não apenas uma função técnica, mas uma condição essencial para a manutenção da memória social, da transparência institucional e da própria democracia.” afirma o arquivista e pesquisador Prof. Dr. Charlley Luz, Sócio-fundador da Feed Consultoria e Serviços LTDA.

Inteligência artificial, ética e pesquisa em comunicação e informação na sociedade digital, por Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Milton Shintaku

“Na pesquisa em comunicação e informação, a IA pode reconfigurar objetos e metodologias de investigação. Algoritmos, plataformas, cultura de dados, desinformação e comunicação automatizada consolidam-se como novos objetos de estudo em uma sociedade orientada por dados.” propõem os pesquisadores Profa. Dra. Rosilene Paiva Marinho de Sousa e Prof. Dr. Milton Shintaku, do Grupo de Pesquisa “Estudos sobre ferramentas para gestão de redes de participação social”/IBICT

Inteligência artificial e preservação digital: entre algoritmos e memórias, por Charlley Luz

“Estamos diante de um momento decisivo na relação entre tecnologias emergentes e preservação digital. A IA oferece ferramentas poderosas para ampliar o acesso, otimizar fluxos e enfrentar o desafio da escala. Mas sua adoção requer mais do que entusiasmo: exige pensamento crítico, políticas claras, formação continuada e compromisso com os princípios da justiça informacional.”, pondera o pesquisador Charlley Luz, da Feed Consultoria e Escola Superior de Propaganda e Marketing.

Artigos retratados, o uso indiscriminado da Inteligência Artificial na pesquisa/escrita científica e outros “fantasmas”, por Karen Santos d’Amorim

“O hoje e as próximas décadas nos convidam a repensar como a ciência é produzida, avaliada e consumida. Precisamos avançar em direções que garantam maior transparência e o fortalecimento de práticas responsáveis, com o melhoramento de diretrizes e políticas instrucionais claras que sustentem esses objetivos.” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Karen Santos d’Amorim, da Universidade Federal de Pernambuco.

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