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Biblio Indexa e o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas, por Brisa Pozzi, Luana Cristina Alarcão e Patrícia Carneiro

“Precisamos participar do debate e da união de esforços sobre o enfrentamento à violência contra mulheres e meninas e, considerando isso, te encorajamos a compartilhar conosco o que realizou, pesquisou, publicou no tocante ao enfrentamento dessa violência, que é transgeracional. Educação e informação são peças chave na aspiração de mudança”, convidam a Profa. Dra. Brisa Pozzi e demais pesquisadoras da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

Pobreza em informação e violência doméstica: um olhar a partir de Elfreda Chatman, por Natália Nascimento

“Elfreda Chatman observou que existem grupos sociais que, por diversos motivos, não buscam as informações de que precisam, seja por medo, vergonha, falta de acesso ou por acreditarem que não têm direito a esse conhecimento. Ela chama isso de “pobreza em informação”, um conceito que vai além da simples ausência de informação ou conhecimento”, explica a bibliotecária e mestra Natália Francisca Nascimento da Silva, da Universidade Federal de Pernambuco.

Curadoria de Conteúdo para o enfrentamento da violência contra a mulher, por Andréa Carvalho e Geanny Mendonça

“O enfrentamento a violência contra a mulher é uma construção social, com dimensões política, educacional, comunicacional e informacional. Assim, a realização desse projeto tem como pressuposto a ideia de que a Ciência da Informação, e concretamente a curadoria de conteúdo, pode contribuir significativamente nesse processo.” pontuam as pesquisadoras Profa. Dra. Andréa Carvalho e Geanny Mendonça, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Entrevista com Mayara Silva sobre sua pesquisa que abordou gênero, dominação masculina e informação através de dados estatísticos

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Mayara Paula Atanásio Soares da Silva, doutoranda em Ciência da Informação da Universidade Federal do Pernambuco. Em seu mestrado, Mayara abordou como o machismo pode ser visualizado através dos dados de feminicídio no Brasil, tendo em vista que os dados estatísticos acerca da violência contra a mulher são alarmantes no país.Na entrevista, conheça um pouco sobre a trajetória e perspectivas da pesquisadora.

Reflexões sobre violência contra as mulheres negras e o conceito de interseccionalidade, por Gisele Rocha Côrtes

“Mediante os apontamentos apresentados, de forma inicial, e tendo em vista os limites desta comunicação, espera-se pensar sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres, em especial as negras, por meio de uma epistemologia, de resistência, produzida sob a ótica das mulheres negras como central para as próprias agentes e que possibilitem confrontar as práticas dominantes de conhecimento”, pontua a Profa. Dra. Gisele Côrtes, da Universidade Federal da Paraíba.

Reflexões sobre bibliotecas e mediação cultural da informação no enfrentamento à violência contra as mulheres, por Luciane de Fátima Beckman Cavalcante

“[…] a biblioteca sob o escopo de sua função social, pode atuar como promotora do enfrentamento a tal violência, de forma a contribuir ainda com o cumprimento do 5° objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS), referente à igualdade de gêneros previsto na Agenda 2030.”, indica a Profa. Dra. Luciane Cavalcante, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

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