Editorial: A metafísica do racismo: ontologias feridas e a gramática invisível do mundo moderno, por Patrick de Oliveira
“O racismo, portanto, não deve ser compreendido apenas como uma formação discursiva ou como ideologia de dominação, mas como arquitetura metafísica que orienta a maneira como o Ocidente compreende o mundo. Ele opera antes das instituições, antes dos sujeitos e antes das práticas discursivas. Constitui o modo pelo qual o ser é distribuído: abundante para alguns, escasso para outros, negado para muitos”, apresenta o Prof. Dr. Patrick de Oliveira






