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Editorial: É Sempre Ritual de Iniciação: Abya Yala, por Trudruá Dorrico Makuxi

“O movimento indígena, representado por sujeitos atuantes nas mais diversas áreas, tem buscado reconhecer Abya Yala, uma renomeação ao continente, hoje nomeado em homenagem ao colonizador italiano Américo Vespúcio. (…) Abya Yala, como explica o intelectual maya k’iche’, Emil Keme’, não traz somente um nome, mas um paradigma que reivindica territórios, línguas, cartografias ancestrais, espiritualidades” apresenta a escritora e pesquisadora indígena Trudruá Dorrico Makuxi.

Gestão do conhecimento indígena e a proposição de um modelo conceitual para o contexto amazônico – Entrevista com Diego Leonardo

Confira nossa entrevista com o bibliotecário e pesquisador Diego Leonardo de Souza Fonseca, doutor em Ciência da Informação pela Universidade Estadual de Londrina. Em sua tese, Diego propôs um modelo conceitual de gestão do conhecimento indígena no contexto amazônico, construído de forma coletiva com comunidades indígenas. Na entrevista, conheça mais sobre o processo de desenvolvimento da tese, os desafios da pesquisa e recomendações do pesquisador.

Bibliotecas multiculturais e o comportamento informacional dos povos indígenas Terena – Entrevista com Lilian Teixeira

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Lilian Aguilar Teixeira, doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Coimbra. Em sua tese, Lilian investigou o comportamento informacional do povo indígena Terena, com o objetivo de propor um modelo de biblioteca multicultural alinhado às necessidades da comunidade. Na entrevista, conheça o processo de desenvolvimento da pesquisa e as contribuições da pesquisadora.

Fontes de informação governamentais sobre povos indígenas – Entrevista com Priscila Guarate

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Priscila Maria Ferreira Guarate, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Em sua dissertação, Priscila analisou fontes de informação governamentais sobre povos indígena. Na entrevista, conheça mais sobre o processo de construção da dissertação, os desafios da pesquisa e as expectativas da pesquisadora em sua nova jornada no doutoramento.

Povos indígenas enquanto sujeitos históricos: produção acadêmica e desafios contemporâneos, por Carlos Trubiliano

“Em síntese, minhas reflexões reafirmam que a trajetória histórica dos povos indígenas no país está intrinsecamente vinculada às estruturas de violência, expropriação territorial e colonialidade do poder que fundamentaram – e continuam a fundamentar – os projetos de desenvolvimento capitalista impostos à Amazônia”, comenta o historiador e pesquisador Prof. Dr. Carlos Alexandre Barros Trubiliano, da Universidade Federal de Rondônia.

Autonomia indígena e o futuro da Amazônia, por Fábio Alkmin

“Na Amazônia, onde a pressão e a violência sobre os povos se intensificam a cada dia — em um contexto marcado pela negligência e, em muitos casos, pela cumplicidade das instituições estatais —, a autonomia se afirma como prática política e horizonte (…) .” afirma o geógrafo e pesquisador Dr. Fábio Márcio Alkmin do Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da Universidade Estadual Paulista.

Povos tradicionais, saúde indígena na amazônia acreana e combate às peças de desinformação, por Francisco Aquinei Timóteo Queirós

“(…) para o entendimento de como a desinformação afeta os povos originários, levamos em consideração os aspectos relacionados ao cotidiano, às redes familiares e aos fatores psíquicos, cognitivos, sociais e emocionais da realidade dos povos indígenas com os quais estabelecemos diálogo.”, pondera o Prof. Dr. Francisco Aquinei Timóteo Queirós, da Universidade Federal do Acre, em pós-doutoramento na Universidade Federal de Rondônia.

Indígenas e ditadura militar: crimes e corrupção no Serviço de Proteção aos Índios (SPI) e na Funai, por Rodrigo Lins Barbosa

“Os principais resultados dessa pesquisa foram a exposição das denúncias contidas principalmente no Relatório Figueiredo, como desvios do patrimônio indígena, vendas ilícitas de gado, madeira e extrações de minérios, arrendamentos ilegais de terras e violência contra indígenas. Além disso, eram comuns os espancamentos, as prisões, o trabalho escravo, os massacres e os assassinatos”, pontua o Prof. Dr. Rodrigo Lins Barbosa, da Rede Estadual de Ensino de Pernambuco.

Ciclos Findos e os Doutores: o perigo de extinção do povo Karipuna de Rondônia (e o que a Academia pode fazer), por Rafael Andrade

“Precisamos que aqueles que apoiam a causa indígena na Academia estabeleçam redes entre si e com as populações de fato e que exijamos nosso espaço em cada edital, nem que seja para perder ou captar menos recursos. (…) Urge a necessidade de uma ciência que se apegue de fato aos movimentos indígenas.”, propõe o pesquisador Prof. Dr. Rafael Andrade, da Universidade Federal de Rondônia.

Agência feminina, terra e multissensorialidade: a mitopráxis Tikmũ’ũn no cinema – Entrevista com Joana Brandão Tavares

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Joana Brandão Tavares, doutora em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo pela Universidade Federal da Bahia e professora na Universidade Federal do Sul da Bahia. Em sua tese, Joana analisou o cinema Tikmũ’ũn (Maxakali) sob uma perspectiva de gênero, destacando a agência feminina nas narrativas e poéticas dos filmes. Na entrevista, compartilha sua trajetória acadêmica e aprendizados.

Editorial: Do território Paiterey Karah para o mundo, por Gasodá Suruí

“O compromisso de continuar contribuindo na luta dos povos indígenas, em especial do povo Paiter, como detentores de seus próprios conhecimentos tradicionais, do direito à terra e da cultura usados há milhares de anos – muito antes do contato com a sociedade não indígena – me motivou a buscar ainda mais qualificação e capacitação.”, apresenta o superintendente da Superintendência Estadual dos Povos Indígenas de Rondônia, Gasodá Suruí.

Um fazer pesquisa tikmũ’ũn entre múltiplos seres, saberes e fazeres – Entrevista com Paula Cristina Pereira Silva

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Paula Cristina Pereira Silva, doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais e professora na Universidade Federal do Espírito Santo. Em sua tese, Paula apresenta um modo indígena de fazer pesquisa, construído com o povo Tikmũ’ũn. Na entrevista, compartilha sua trajetória, os aprendizados coletivos e as contribuições de sua pesquisa para a educação indígena.

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