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Editorial: Biobibliografia, por Maria Nélida Gonzalez

“De minha parte, sigo achando Habermas um pensador robusto, ainda que eurocêntrico, mas com um entendimento atualizado e que ia além das filosofias da linguagem. Ainda não reconstruí como ele lida ou lidaria com as relações entre a linguagem e as tecnologias digitais. Tarefa para realizar?”, relata a Profa. Dra. Nélida Gonzalez, pesquisadora aposentada do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

O protagonismo da mulher na Ciência revelado pelos arquivos – Entrevista com Leide Mota

Confira nossa entrevista com a arquivista e pesquisadora Leide Mota de Andrade, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal da Bahia. Em sua dissertação, Leide analisa correspondências do acervo pessoal da cientista Sonia Andrade e seu Currículo Lattes, evidenciando ações de informação relacionadas à mediação, à disseminação científica e às atividades formativas. Na entrevista, conheça mais sobre o percurso da pesquisa e pesquisadora.

Injustiça epistêmica na vivência e prática acadêmica das pesquisadoras negras – Entrevista com Letícia Souza

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Letícia Pereira de Souza, mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutoranda junto à Universidade Federal de Santa Catarina. Em sua dissertação, Letícia revela os episódios de racismo, injustiças e exclusões sofridas por pesquisadoras negras. Na entrevista, conheça mais sobre a pesquisa e as reflexões em prol de uma universidade mais justa, diversa e inclusiva.

Entre afetos e conceitos: uma história em formação, por Bernardina Freire

“Para fechar este exercício de “escrita de si”, digo que minha trajetória foi tecida com as mãos do trabalho e do sonho. Ao longo da carreira, mas antes dela, da própria vida, fui babá, manicure, vendedora de doces e bolos, reinventando a sobrevivência a cada dia”, descreve a pesquisadora Profa. Dra. Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, da Universidade Federal da Paraíba.

De menina a cientista, um caminho possível e apaixonante, por Elizete Vieira Vitorino

“E é bom reforçar para as meninas e mulheres: Sim, eu fui a primeira colocada em concurso para professor permanente, 40 horas, dedicação exclusiva e que dispunha somente de uma vaga: para o Curso de Biblioteconomia da UFSC. Desde a posse, em janeiro de 2006, sinto que a trajetória de menina deu certo, sim!”, destaca a pesquisadora Profa. Dra. Elizete Vieira Vitorino, da Universidade Federal de Santa Catarina.

Desafio à memória: uma trajetória de formação e experiência, por Leilah Santiago Bufrem

“Além do repensar sobre minha trajetória de vida no ensino e na pesquisa, este texto inclui experiências, perspectivas e preocupações de estudo, com ênfase na atuação na CI, impedindo-me de pensar isoladamente, embora o pensar no coletivo requeira o reconhecimento do que somos, do que podemos, propomos e conquistamos”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Leilah Santiago Bufrem, da Universidade Federal do Paraná.

Ciência se faz com o coletivo, por Raquel do Rosário Santos

“Como mulher negra; filha de uma guerreira que nos criou sozinha – como muitas outras mulheres –; esposa; mãe; professora; pesquisadora; evangélica; egressa de escola pública; residente da periferia, entre outros marcadores que me atravessam, me tornam a pessoa singular e me liga a outros coletivos, produzo com eles as reflexões, indago o mundo, o questiono e desejo mudanças.” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Raquel do Rosário Santos, da Universidade Federal da Bahia.

Mulheres na ciência e na pesquisa: perspectivas das realidades, a necessidade de maior participação para empoderar e derrubar barreiras, por Florence Amaka Nwofor

“Desde o momento em que uma menina nasce, as expectativas sociais começam a limitar seu potencial, independentemente de seus talentos e habilidades (Abiola, citado em Philip, Adeboye e Obakeni, 2016). As mulheres há muito tempo enfrentam subjugação, degradação, opressão e diversas formas de tratamento desumano simplesmente por causa de seu gênero.”, pondera a pesquisadora Profa. Dra. Florence Amaka Nwofor, da Nnamdi Azikiwe University.

Editorial: É preciso mais mulheres na Ciência: por quê?, por Claudia Linhares Sales

“São as comemorações e efemérides tais como o 11 de fevereiro que nos ajudarão não apenas a quebrar “hábitos” prejudiciais à nossa sociedade, mas também motivar meninas e mulheres a seguir a carreira científica com justo reconhecimento e valorização.”, conclui a pesquisadora Profa. Dra. Claudia Linhares Sales, da Universidade Federal do Ceará e Secretária Geral da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

Entrevista com Sofia Frahlich sobre sua pesquisa que abordou a presença de mulheres na Ciência da Informação

Confira nossa entrevista com a pesquisadora Sofia Frahlich Cavalleiro, bibliotecária na Biblioteca Municipal Genebaldo Rosa, em São Gonçalo (RJ), e mestra em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense. Em sua pesquisa, Sofia analisou 13.871 citações em teses e dissertações para mapear a presença feminina na área, revelando desigualdades de gênero. Na entrevista, conheça mais sobre o processo do mestrado e perspectivas futuras.

Cada um tem um planejamento, um sonho… ou apenas se deixa levar pelo fluxo da vida, por Naira Silveira

“Vivenciei coisas inimagináveis no meio acadêmico. A maternidade na ciência evidencia a questão de gênero, e a sobrecarga materna na sociedade reverbera também na ciência.” pondera a pesquisadora Profa. Dra. Naira Silveira, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e Coordenadora-Geral do Centro de Pesquisa e Editoração da Fundação Biblioteca Nacional.

Das margens à centralidade: narrativas de (re)existência e saberes de uma mulher-negra na Ciência, por Rafaela dos Santos Lima

“Dentre tantos atravessamentos, talvez o mais importante tenha sido a minha percepção de que, como professora e pesquisadora negra, as relações de raça e gênero eram apagadas na formação de professores e nos currículos escolares. Isso me fez mudar de rota e velejar nas pesquisas sobre a (in)visibilidade de mulheres negras nas Ciências” apresenta a pesquisadora Profa. Dra. Rafaela dos Santos Lima, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

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